Alunos da EESC-USP ganham destaque com trabalhos de iniciação científica

Cada vez mais alunos dos cursos de graduação da Escola de Engenharia de São Carlos da USP (EESC-USP) estão submetendo trabalhos e participando de congressos, simpósios e eventos acadêmicos, com o objetivo de apresentar os estudos desenvolvidos através da iniciação científica. Essa é uma atividade extracurricular de pesquisa realizada pelos graduandos que, mesmo sendo um trabalho optativo, possibilita uma rica experiência na área de análise, a exemplo dos pós-graduandos e demais pesquisadores de nível superior.

Para o presidente da Comissão de Pesquisa (CPq) da EESC-USP, professor Oscar Rodriguez, a atividade é altamente benéfica para a graduação, pois o estudante aprende, através da interação com seu orientador, a fazer revisão da literatura técnica, escrever conforme a convenção acadêmica, analisar dados, sistematizar ideias, elaborar relatórios e demais atividades que são exigidas de um pesquisador científico, porém a divulgação dos trabalhos é o que conclui o ciclo. “Um trabalho científico só pode ser considerado finalizado quando são publicados os resultados. A sua formação como pesquisador iniciante completa-se com apresentação de resultados em eventos”, definiu Rodrigues. Um exemplo de dedicação e interesse é o do aluno Petry Carvalhal Melo que teve seu trabalho de iniciação científica, intitulado Cálculo do Fator Uso e Manejo da USLE para Área de Cerrado Nativo aceito no Congresso Latino-Americano de Ciência do Solo, que acontece até o dia 15 de novembro, em Cusco, no Peru. Na oportunidade o aluno apresentará um pôster, no qual serão explicados os motivos do projeto, a metodologia empregada, os resultados obtidos e uma discussão conclusiva sobre o tema. O estudo foi realizado com base no bioma cerrado e apresenta enorme relevância devido a sua abordagem sobre a diversidade biológica e os recursos hídricos. “Apesar da importância, ainda não foram realizadas pesquisas com maior nível de detalhe da dinâmica de balanço hídrico e dos processos erosivos decorrentes da substituição da cobertura do solo por áreas agrícolas”, explicou Melo. O papel do orientador é essencial para o desenvolvimento de um trabalho de iniciação científica. Na pesquisa de Melo, o professor Edson Wendland, do Departamento de Hidráulica e Saneamento da EESC-USP, além de acompanhar e instruir o aluno durante toda a produção, também disponibilizou o Laboratório de Hidráulica Computacional da Escola para que ele pudesse realizar as coletas de amostras, seu armazenamento e manutenção, além das análises. O estudante afirma que o reconhecimento ao participar do congresso por meio da iniciação científica estimula-o cada vez mais a realizar projetos de pesquisa e buscar a solução de problemas. “É uma grande satisfação ser aceito e participar de um congresso de tão grande abrangência e impacto entre diversos projetos de toda a América Latina”, destacou Melo. Já o trabalho do aluno Murilo Henrique Santos Leonardo, do curso de Engenharia Elétrica com ênfase em Sistemas de Energia e Automação, intitulado Análise de Perdas em Sistemas de Distribuição de Energia Elétrica na Presença de Geradores Distribuídos deu origem a um artigo, publicado nos anais do XX Congresso Brasileiro de Automática (CBA), encontro que ocorreu entre os dias 20 e 24 de setembro, em Belo Horizonte. De acordo com Leonardo, as pesquisas em geração distribuída tem se destacado nos últimos anos em função do crescimento desse tipo de empreendimento, pois ele vem se mostrando cada vez mais atrativo do ponto de vista econômico. “A conexão de geradores espalhados na rede de distribuição deve ser precedida de uma série de estudos técnicos visando determinar condições de operação, controle e proteção desses geradores de forma a minimizar eventuais impactos negativos aos sistemas de energia elétrica como um todo”, afirmou o aluno. A apresentação do trabalho foi realizada na Sessão Interativa, um ambiente onde eram expostos 15 trabalhos simultaneamente em TVs. Seu orientador, o professor José Carlos de Melo Vieira Júnior, do Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação da EESC-USP, ajudou-o dedicando sua experiência em sistemas elétricos de potência e na operação e controle de sistemas com geração distribuída, temas sobre os quais já possui vários trabalhos publicados e em desenvolvimento. Para Leonardo participar de um evento de grande porte, por meio de um trabalho de iniciação científica proporciona ao aluno de graduação uma visão diferenciada e muito interessante do mundo acadêmico, bem como possibilita a concepção de novas ideias. “Minha participação no CBA permitiu obter novas ideias e opiniões para a continuidade dos estudos e do Trabalho de Conclusão de Curso, já em fase de finalização. Pretendo futuramente utilizar também a experiência para desenvolver um trabalho de mestrado”, ressaltou. SIICUSP e incentivosA USP, através da Pró-Reitoria de Pesquisa, realiza anualmente o Simpósio Internacional de Iniciação Científica e Tecnológica da USP (SIICUSP), que tem como objetivo tornar públicos os resultados dos projetos de pesquisa realizados pelos alunos de graduação da Universidade e de outras instituições nacionais e internacionais. Além disso, iniciativas que viabilizem a apresentação oral dos trabalhos têm sido apoiadas, pois o estudante recebe uma melhor formação ou iniciação científica quando finaliza seu trabalho e apresenta seus resultados oralmente diante de uma plateia, expondo-se a críticas e colhendo diretamente sugestões de seus pares.

Outras informações sobre o simpósio podem ser obtidas no site www.usp.br/siicusp/ Por Keite Marques da Assessoria de Comunicação da EESC-USP

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“Prevenção ao uso nocivo de drogas” é tema de palestra na EESC-USP

Prevenção ao uso nocivo de drogas é o título da palestra que acontece na próxima quarta-feira, dia 12, às 14h30, no Anfiteatro Jorge Caron, numa iniciativa da Escola de Engenharia de São Carlos da USP (EESC-USP), com organização do EESC ComVida e apoio da Comissão de Desenvolvimento Humano e Organizacional (DHO) e do Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico (DENARC-SP).

Seguindo o objetivo de criar alternativas de integração e de promoção da qualidade de vida da comunidade interna e externa à Escola, o EESC ComVida traz o integrante da Divisão de Prevenção e Educação do DENARC-SP, Laércio Rezende, para falar sobre o assunto em uma apresentação que será aberta ao público e gratuita.

Para participar os interessados devem preencher a ficha de inscrição anexa e entregá-la no Serviço de Pessoal da EESC-USP – localizado no 1º andar do Bloco E-1, campus 1 da USP em São Carlos, sito à Av. Trabalhador são-carlense, 400 – ou enviá-la em formato digital para o e-mail dho@eesc.usp.br.

As vagas são limitadas.

Para mais informações contate a Comissão de Desenvolvimento Humano e Organizacional da EESC-USP através do telefone (16) 3373-6688 ou e-mail dho@eesc.usp.br.

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Gestão de serviços é tema de palestra na próxima semana

O Departamento de Engenharia de Produção e o Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção da Escola de Engenharia de São Carlos da USP (EESC-USP) recebem na próxima quarta-feira, dia 29, o professor Mark M. Davis, da Bentley University, situada no estado de Massachusetts, EUA, que irá ministrar a palestra Service Management (Gestão de Serviços).

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Concurso para professor titular na área de engenharia elétrica na EESC-USP

A Escola de Engenharia de São Carlos da USP (EESC-USP) lançou o Edital ATAc 66/2014 que dispõe sobre as normas o concurso público de títulos e provas para contratação de um professor titular, referência MS-6, em regime de dedicação integral à docência e à pesquisa na área de engenharia elétrica, para o Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação.

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Manufatura aditiva: o futuro do mercado industrial de fabricação e inovação

Flexibilidade e capacidade de impressão de geometrias complexas são duas das principais características da manufatura aditiva ou impressão 3D, que vem conquistando um espaço crescente no mercado industrial. Consistindo de um processo de impressão de objetos a partir da deposição de variados materiais em camadas, a cada dia ela ganha maior aplicabilidade, já sendo muito utilizada nos setores automotivo e aeroespacial, bem como no projeto de implantes odontológicos.

A tecnologia não é recente – comercialmente está no mercado desde o final da década de 1980 –, porém nos últimos anos houve um enorme salto tecnológico devido ao desenvolvimento de novos materiais e da eletrônica. O que conhecemos atualmente como manufatura aditiva teve início no ano de 2000, quando era mais conhecida como “prototipagem rápida”, e não se exigia um ferramental específico. Em 2010, a Sociedade Americana para Ensaios e Materiais (ASTM, sigla em inglês) redefiniu o nome para Manufatura Aditiva por considerar um termo mais amplo, que engloba a filosofia de manufatura, bem como as diferentes tecnologias desenvolvidas. Existem hoje no mundo mais de uma dezena de tecnologias, dentre as quais se destacam quatro: “Fused Deposition Modeling” (FDM), que utiliza filamentos de polímeros como matéria-prima; a “Stereolithography Aparattus” (SLA), que utiliza luz ultravioleta para curar resinas líquidas; e a “Selective Laser Sintering” (SLS), que gera objetos 3D, a partir de materiais granulados de plásticos, cerâmicas e metais. A professora Zilda de Castro Silveira, do Departamento de Engenharia Mecânica (SEM) da Escola de Engenharia de São Carlos da USP (EESC-USP), trabalha há dois anos com o desenvolvimento de soluções construtivas e otimização de cabeçotes intercambiáveis para impressoras 3-D portáteis, utilizando como matéria-prima os polímeros Poliamida e Policaprolactona (PCL) em estado de pó. Hoje existem nos laboratórios de pesquisa do SEM três máquinas comerciais que atuam na deposição com gesso, cera e polímeros através da tecnologia FDM. Além disso, recentemente foram adquiridas duas impressoras portáteis, pautadas na mesma tecnologia, para o uso dos alunos de graduação. “Com essas máquinas de impressão 3D portáteis poderão ser obtidas peças e montagens mecânicas conceituadas e projetadas nas disciplinas de projeto mecânico, projeto auxiliado por computador, projeto de sistemas mecatrônicos, teoria e metodologia de projeto e mecanismos, bem como auxiliar na manufatura de peças para os projetos Formula e Baja”, explicou a docente. No início de 2014 foi patenteado pelo SEM, um cabeçote de extrusão com rosca, peça responsável pela deposição do material durante o processo de impressão, baseada na tecnologia FDM. A aplicação foi feita em uma impressora 3D experimental desenvolvida pela Divisão de Tecnologias Tridimensionais (DT-3D) do Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI), localizado em Campinas, que é referência na área de manufatura aditiva na América Latina. O cabeçote foi montado na impressora denominada ‘Fab@CTI’;, esua validação funcional incluiu a geração de ‘scaffolds’utilizando a poliamida e o PCL. O uso da mini-rosca de seção variável permite o controle do processo de deposição de forma similar às extrusoras industriais. Essa característica, ainda pouco explorada na manufatura aditiva, permite o uso de bio-polímeros, de materiais cerâmicos, além do material descartado no estado de pó provenientes de máquinas de manufatura aditiva comerciais. “O controle do processo de extrusão permite que as propriedades reológicas dos materiais poliméricos de interesse sejam exploradas, acrescidos de preenchedores e aditivos”, definiu Zilda. Aplicação na área da saúdeDesde 2002 o professor Jonas de Carvalho, também do SEM, vem pesquisando e desenvolvendo outros projetos através das tecnologias de manufatura aditiva, voltados para criação de modelos computacionais e geração de moldes para próteses ósseas, especificamente mandibulares. Entre os projetos de destaque em impressão 3D desenvolvidos pelo professor, está a fabricação de moldes utilizados em cirurgias de reconstituição de falhas de crânio e mandíbula, chamados ‘scaffolds’. As peças são personalizadas, impressas a partir da geometria dos ossos, obtida através de ressonância magnética ou tomografia computadorizada. Desse modo é possível planejar cautelosamente e diminuir o tempo das cirurgias, além de melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Atualmente, a pesquisa em manufatura aditiva tem incluído uma interface cada vez maior entre áreas da engenharia e da saúde. As linhas de pesquisa em bioengenharia e bioimpressão sob a expectativa de que, no futuro próximo, os pesquisadores conseguirão imprimir tecidos cartilaginosos, ósseos e até mesmo órgãos do corpo humano. A geração de ‘scaffolds’, a partir da manufatura aditiva foi o primeiro passo desse estudo multidisciplinar. O molde produzido geralmente é poroso, biodegradável e tem as funções de regenerar o tecido, preservar seu volume, manter as funções mecânicas por um determinado período de tempo e liberar os biofatores que resgatam a memória estrutural original. O professor Carvalho acredita que futuramente, nos casos de uma fratura, será possível gerar um ‘scaffold’ na região lesionada criando uma estrutura de suporte para se implantar no paciente, sem a necessidade de fazer outra cirurgia posteriormente, como ainda ocorre com a prótese de titânio que requer nova cirurgia a cada dez anos para a substituição da peça. “Neste caso, o material deve ser bioabsorvível, que estimula o crescimento de um novo material orgânico para ser incorporado pelo organismo e restaurar parte do movimento”, explicou o pesquisador. Durante o Congresso Nacional de Engenharia Mecânica (CREEM), em 2012, realizado pela SEM-EESC-USP e pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) o professor e pesquisador russo, Vladimir Mironov, ministrou uma palestra sobre os avanços na área da bio-impressão no mundo, sendo ele mesmo uma das maiores referências nesta área de pesquisa. Ele realiza pesquisas voltadas para uma forma de criar tecido vivo, feito de células, usando uma impressora 3D e acredita que em menos de uma década, estruturas feitas de cartilagem, como orelhas ou meniscos, serão impressas em uma máquina e implantadas no corpo. Outras estimativas apontam que até 2030 será a vez de órgãos complexos, como rim, coração e pulmão. Recentemente, o professor recebeu um prêmio da associação The Global Alliance of Rapid Prototyping Associations (GARPA) pela orientação do trabalho de doutorado em engenharia mecânica do aluno Marlon Wesley Machado Cunico, classificada como a melhor tese de doutorado de 2013, intitulada “Desenvolvimento de nova tecnologia de manufatura aditiva baseado em formação seletiva de compósito”, fomentada pela CAPES. O docente também foi membro do primeiro grupo de pesquisa na área, chamado Manufacturing Network (Manet), criado em 1997 e pertencente à Subrede de Manufatura da Rede de Cooperação em Pesquisa (RECOPE) fomentada pelo Fundo de Financiamento de Estudos de Projetos e Programas (FINEP). A relevância dos trabalhos resultou em 2007, no livro Prototipagem Rápida e na realização do I Seminário de Prototipagem e Ferramental Rápido: “Desenvolvimento e implementação de sistema integrado de Projeto e Fabricação de peças através do processo de enrolamento filamentar (filament winding)”, ocorrido em junho de 2005, em São Paulo.

Nova sedeNo intuito de incentivar e ampliar as pesquisas na área foi criado o Centro de Engenharia Aplicada à Saúde (CEAS), com expectativa de inauguração do prédio em novembro deste ano. “O objetivo é interagir diversos grupos de pesquisa para criar projetos e laboratórios que se integrem ao ensino de engenharia e saúde, e também que resultem em novas aplicações à sociedade”, afirmou Carvalho. Atualmente CEAS funciona nas dependências do Programa de Pós-Graduação Interunidades Bioengenharia da USP. Por Keite Marques da Assessoria de Comunicação da EESC-USPFoto: Keite Marques

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http://www.eesc.usp.br/portaleesc/images/noticias/2014/lancamento_dvd_cintra/eesc_manufatura_aditiva_site.jpg < professores Jonas e Zilda >

http://www.eesc.usp.br/portaleesc/images/noticias/2014/eesc_manufatura_aditiva_realese_2_site.jpg <impressora 3D>

http://www.eesc.usp.br/portaleesc/images/noticias/2014/eesc_manufatura_aditiva_realese_1_site.jpg <cabeçote>

http://www.eesc.usp.br/portaleesc/images/noticias/2014/eesc_manufatura_aditiva_realese_3_site.jpg < scaffolds de mandíbula>

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EESC-USP oferece vagas para pós-graduação em engenharia de transportes

O Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Transportes da Escola de Engenharia de São Carlos da USP (EESC-USP)  está com inscrições abertas para 18 vagas de mestrado e 14 de doutorado, com ingresso no primeiro semestre de 2015. Destacam-se algumas das áreas de pesquisa do Programa: caracterização de materiais; fotogrametria GNSS e SIG aplicados à infraestrutura de transportes; fotogrametria GNSS e SIG aplicados ao planejamento de transportes; construção de pavimentos com rejeitos industriais e materiais reciclados; projeto e gerência de pavimentos; classificação de solos; estabilização de solos; tráfego e segurança viária, planejamento urbano e transportes; transporte público urbano; análise operacional de redes de transportes; e análise e avaliação de sistemas de transportes. No mestrado a seleção será realizada em duas fases, sendo que a primeira é eliminatória e composta de um exame de conhecimentos em matemática, física, raciocínio lógico, redação em língua portuguesa e compreensão da língua inglesa. A segunda fase é classificatória e consiste na análise do currículo, das cartas de recomendação, da carta de interesse do candidato e do histórico escolar da graduação. Para o doutorado a seleção terá duas fases, sendo a primeira fase também eliminatória, a qual será composta por análise do currículo, dos históricos escolares da graduação e mestrado e do projeto de pesquisa. A segunda fase, classificatória, consiste em arguição sobre o projeto apresentado. As inscrições podem ser realizadas presencialmente até dia 1º de dezembro, das 8 às 11h30 e das 14 às 17h30, na secretaria de Pós-Graduação do Departamento de Engenharia de Transportes (STT) da EESC, localizado no campus 1 da USP em São Carlos, sito à Av. Trabalhador são-carlense, 400, CEP 13566-590. Também serão aceitas inscrições encaminhadas via postal, com data de postagem até o dia 28 de novembro. Para obter os editais completos acesse o site www.stt.eesc.usp.br. Para mais informações entre em contato com a Secretaria de Pós-Graduação do STT através do telefone (16) 3373-9617 ou e-mail pos-transportes@sc.usp.br.

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Oportunidades de mestrado e doutorado em engenharia mecânica na EESC-USP

O Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica da Escola de Engenharia de São Carlos da USP (EESC-USP) informa que estão abertas, até o dia 24 de outubro, as inscrições para processo seletivo de seus cursos de mestrado e doutorado, com início no primeiro semestre de 2015. As áreas de concentração do Programa são:- Aeronaves (aerodinâmica e aeroacústica; aeroelasticidade e dinâmica de vôo; estruturas aeronáuticas);- Dinâmica de máquinas e sistemas (dinâmica de máquinas; mecatrônica e instrumentação; vibrações e acústica);- Manufatura (automação da manufatura; planejamento e simulação de sistemas de manufatura; processos de manufatura);- Materiais (engenharia de superfície; mecânica da fratura e fadiga dos materiais; tratamento térmico, tribologia e soldagem);- Projeto mecânico (metrologia; projeto de máquinas; tribologia e novos materiais);- Térmica e fluidos (energia e poluição; escoamentos multifásicos; motores de combustão interna). O processo seletivo consistirá de análise curricular e exame de ingresso, conforme os termos estabelecidos no edital. Os currículos dos candidatos serão analisados pela Comissão de Seleção e será considerada a adequação do perfil do candidato aos estudos vinculados ao Programa. Alunos em regime de dedicação integral podem se candidatar a bolsas de estudo. A ficha de inscrição e a relação dos documentos necessários encontram-se na página www.eesc.usp.br/ppgem/procseletivo. Para mais informações contate a Secretaria de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica no telefone (16) 3373-9401 ou e-mail posgrem@sc.usp.br.

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Abertas as inscrições para o XIII Simpósio do Curso de Pós-Graduação em Ciências da Engenharia Ambiental da EESC-USP

Estão abertas, até dia 19 de outubro, as inscrições para o XIII Simpósio do Curso de Pós-Graduação em Ciências da Engenharia Ambiental que ocorrerá nos dias 6 e 7 de novembro, no Centro de Ciências da Engenharia Aplicadas ao Meio Ambiente (CCEAMA) da Escola de Engenharia de São Carlos da USP (EESC-USP).   O evento é promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências da Engenharia Ambiental (PPG-SEA) e contemplará a temática “25 anos de PPGSEA: desafios e perspectivas da pesquisa interdisciplinar nas ciências da engenharia ambiental”. O valor da taxa de inscrição é de R$40,00, que deverão ser depositados na conta descrita abaixo. Ressaltamos que é necessário realizar o pagamento antes de preencher o formulário disponível no site ppgsea.wix.com/simposio13, pois o comprovante deverá ser anexado. A adesão também poderá ser realizada pessoalmente no dia do evento, porém, neste caso, o valor será R$60,00. Dados bancários:Banco do BrasilAgência 3062-7Conta corrente 168.152-4Favorecido: USP/EESC, CNPJ: 63.025.530/0028-24 Os inscritos terão direito a participar de todas as atividades indicadas na programação, apresentar trabalhos nos formatos de pôster e oral, além de participar dos coffee breaks e receber o kit de brindes. O Simpósio O objetivo do Simpósio é debater as contribuições do PPG-SEA para a construção do conhecimento nas ciências da engenharia ambiental, além divulgar o Programa por meio da retomada dos encontros científicos periódicos, apresentar as atuais demandas e perspectivas de estudos dos núcleos de pesquisa e integrar as linhas de trabalhos a partir do envolvimento dos participantes sobre as temáticas pesquisadas. Para mais informações entre em contato com o CCEAMA através do telefone (16) 3373-9571 ou e-mail: simposio.ppgsea@eesc.usp.br.

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Professor da EESC-USP participa de pesquisa inédita sobre gerenciamento de projetos de inovação

Como planejar e gerenciar projetos de inovação? Empresas que optam pela inovação se deparam com diversas dificuldades no gerenciamento de projetos. A principal delas é que tais projetos dependem de um aprendizado da equipe e nem todas as condições são conhecidas previamente.

O método tradicional de gerenciamento de projetos é utilizado para realizar uma sequência de etapas: iniciação, planejamento, execução, monitoramento e controle, além do encerramento, corrigindo desvios ao longo do desenvolvimento. Mas, se não é possível prever antecipadamente todos os aspectos do projeto, como realizar esse plano? Tendo como objetivo amparar os gerentes de projeto, o professor Daniel Capaldo Amaral, do Departamento de Engenharia de Produção da Escola de Engenharia de São Carlos da USP (EESC-USP), buscou analisar as práticas de gestão que indicam como o processo deve ser organizado, com destaque para o método ágil, comumente utilizado em casos de inovação por mudar o foco e antever somente um conjunto de tarefas para execução do projeto. “Muda-se o paradigma e planeja-se somente a expectativa do processo e, ao longo do empreendimento, ajusta-se com o cliente os detalhes que surgirem”, explicou Amaral. De acordo com o docente, os gestores de projeto podem gastar mais tempo do que o necessário utilizando apenas um método de gerenciamento, o qual pode não se encaixar ao contexto. “Embora a teoria ágil seja mais direcionada para produtos de inovação, tal afirmação é uma tese que ainda não foi comprovada com dados reais”, ressaltou. Nesse segmento de estudo, o grupo de Engenharia Integrada da EESC-USP, do qual o professor Amaral participa, desenvolveu métodos e instrumentos de pesquisa para aperfeiçoar o conhecimento sobre o planejamento de produtos de inovação. O grupo iniciou em 2010 os primeiros estudos na área com o objetivo de desenvolver uma metodologia para identificar e medir as técnicas de gestão de projetos por meio de questionários aplicados em empresas de manufatura e de base tecnológica, majoritariamente. “A metodologia obteve destaque na área e despertou o interesse do Massachusetts Institute of Technology (MIT) para realizar o primeiro levantamento de dados com base em uma análise estatística e aplicação de questionários mais modernos”, ressaltou o professor. Pautado na metodologia do grupo, o MIT publicou recentemente o trabalho “The Building Blocks of Agility as a Team’s Competence in Project Management” (“Os Blocos de Construção de Agilidade como a Competência de uma Equipe em Gerenciamento de Projetos”, em português), com apoio do Project Management Institute (PMI). O relatório apresentou um resumo de análises preliminares e dados demográficos, contendo algumas das principais implicações nas áreas de gerenciamento de projetos e desenvolvimento de produtos em ambientes dinâmicos e de inovação. “A pesquisa buscou mensurar o quanto o método ágil pode ser eficaz no planejamento de um empreendimento inovador, a partir de entrevistas realizadas com gerentes de projeto em análises do nível de desenvolvimento, autogestão, desempenho, equipe, ambiente e as práticas usadas”, explicou o professor. De setembro de 2013 a março 2014 foram enviados convites da pesquisa a 9.430 entrevistados em potencial e um link para acessar o questionário. Foram recebidas 1.505 respostas, das quais 856 foram consideradas completas para o estudo, resultando em dados de 76 países e 17 setores diferentes da indústria. Através dos questionários, a pesquisa evidenciou que as empresas obtentoras do melhor desempenho em seus projetos foram as que utilizaram métodos resultantes de ambas as práticas de gestão – tradicional e ágil – no contexto mais adequado ao desenvolvimento de seu produto, isso é, conforme as características de seu projeto e condições do ambiente em que ele é desenvolvido. A pesquisa é um primeiro indício do desenvolvimento de métodos chamados de híbridos, os quais foram mais aplicados nas empresas de consultoria, software, serviços financeiros, telecomunicação e tecnologia da informação. O relatório apontou que a capacidade de combinar as abordagens conforme a necessidade do processo e em diferentes linhas de projeto vem sendo um dos desafios organizacionais para lidar com a inovação. Também indicou que ter agilidade não é simplesmente utilizar os chamados métodos ágeis, e sim elevar a competência da equipe, que vai além das técnicas e ferramentas e se baseia em recursos humanos de capacidade, cultura, habilidades, experiências e diversidade, especialmente em iniciativas inovadoras. O uso de práticas ágeis está em andamento em muitos contextos, concluiu o estudo, independentemente do tipo de produto e do grau de inovação, mas é importante reconhecer o valor das diferentes abordagens, práticas, ferramentas e técnicas de gestão disponíveis e entender quando empregar a combinação correta para cada projeto. O estudo gerou uma base de dados rica que será explorada nos próximos anos e que tem grande potencial para comprovar aspectos importantes sobre a teoria do gerenciamento ágil. Confira o artigo na íntegra no endereço http://goo.gl/Y0BZbx. Por Keite Marques da Assessoria de Comunicação da EESC-USP

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http://www.eesc.usp.br/portaleesc/images/noticias/2014/eesc_professor_daniel_amaral_site.JPGCrédito da foto: Keite Marques

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EESC-USP participou da Mostra Internacional do 23º Congresso SAE Brasil de tecnologia da mobilidade

No intuito de apresentar algumas das linhas de pesquisa e novas tecnologias desenvolvidas em seus laboratórios, a Escola de Engenharia de São Carlos da USP (EESC-USP)participou pela primeira vez do Congresso e Mostra Internacionais SAE Brasil de Tecnologia da Mobilidade, sob o tema “Construindo a mobilidade inteligente – os veículos do futuro”, realizados de 30 de setembro a 2 de outubro, no Pavilhão Vermelho do Expo Center Norte, em São Paulo. Durante os três dias de evento, passaram pelo estande da Escola diversos visitantes – entre estudantes, empresários, pesquisadores e profissionais da área – que puderam ver alguns protótipos desenvolvidos no Departamento de Engenharia Mecânica (SEM) sob coordenação do professor Marcelo Becker. Além dele, representando a EESC-USP estiveram presentes o presidente da Comissão de Pesquisa, professor Oscar Mauricio Hernandez Rodriguez, do SEM e o professor Adalberto Faxina, do Departamento de Engenharia de Transportes, além de servidores e alunos que colaboraram na apresentação institucional. Rodriguez destacou a importância do estande da Escola, que representou a USP na Mostra, despertando maior interesse do público pelo campus da Universidade em São Carlos. “A exposição do projeto Mini Baja – hexacampeão brasileiro – chamou a atenção especialmente dos jovens em conhecer a dinâmica dos grupos de extensão”, comentou. Foram também expostos os protótipos hELVIS e Rover, que são robôs móveis em escala reduzida para testes e desenvolvimento de veículos para a agricultura de precisão. O objetivo é que ambos sirvam como veículo para aquisição de dados e para pesquisa de novas tecnologias de sensoriamento remoto em ambientes agrícolas. O mini-helicóptero quadrirrotor ASC Tech Pelican pertence a um grupo de MAVs (Mini Veículos Aéreos) e tem por finalidade embarcar um sistema de navegação independente para voo. Os MAVs autônomos vêm sendo reconhecidos como uma das mais importantes ferramentas dentro do escopo da robótica móvel moderna, tendo suas aplicações destinadas a operações de busca, localização, resgate e monitoramento aéreo. Também foi exibida uma miniempilhadeira robótica que realiza a simulação em escala reduzida de tarefas de roteamento em armazéns inteligentes. Outra atração da Mostra foi a presença do Carina – Carro Robótico Inteligente para Navegação Autônoma –, que é desenvolvido pelo Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC-USP), pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Sistemas Embarcados Críticos (INCT-SEC) e pela EESC-USP, sob a coordenação do professor Denis Fernando Wolf. O protótipo é o primeiro da América Latina a ser testado com devida autorização no trânsito urbano. Foram apresentados pôsteres e vídeos de reportagens sobre o Carina, disponibilizando ao público mais informações sobre o projeto. Em diversos momentos durante o evento, o carro realizou um pequeno percurso na pista de testes montada no pavilhão do Expo Center Norte. De acordo com Wolf, o veículo já alcançou uma linha de maturidade que possibilita testá-lo em situações de trânsito real, e atualmente os pesquisadores estão investindo em mais robustez para que o protótipo repita as ações diversas vezes de forma contínua e confiável. “O hardware do Carina é frequentemente modificado e melhorado para aumentar o nível de confiabilidade e, nos termos de inteligência, o desenvolvimento é contínuo para lidar cada vez mais com situações mais complexas”. Outro interesse da linha de pesquisa é iniciar trabalhos com múltiplos carros ao mesmo tempo, trocando informações nas vias como rotas, velocidade etc. Nos dois últimos dias, os alunos da equipe EESC-USP Baja também puderam demonstrar aos visitantes o funcionamento de seu carro de competição, além de apresentar as principais características do projeto, desempenho, mecânica e resistência. Congresso SAE Brasil

O Congresso SAE Brasil é o maior fórum do gênero no Hemisfério Sul e o segundo do mundo depois do SAE Congress, promovido pela SAE Internacional em Detroit (EUA). Nesta edição, além da Mostra Tecnológica que contou com 63 empresas e os mais recentes avanços e inovações da indústria automotiva no estado da arte, foram realizados 22 painéis com apresentações e debates sobre tecnologia da mobilidade nas áreas aeroespacial, caminhões e ônibus, competitividade, compras, duas rodas, educação, ferroviário, logística, manufatura, máquinas agrícolas e de construção, motorsport, qualidade, segurança veicular, sustentabilidade, tecnologia da informação, telemática e infotainment, veículos elétricos e híbridos e veículos leves. Ainda foram realizadas sessões técnicas com 144 trabalhos inéditos de engenharia de autores nacionais e estrangeiros. Na cerimônia de abertura o presidente da SAE Brasil, Ricardo Reimer, destacou como excepcional o atual momento da história da mobilidade. “Assistimos a um avanço sem precedentes da tecnologia veicular em todo mundo, por isso a SAE Brasil encampou o desafio de provocar na engenharia um embate que nos prepare para um futuro que já se inicia e nos estimula a trabalhar mais para o desenvolvimento do setor em nosso país”, afirmou. Em seguida, o presidente do Congresso, Astor Milton Schmitt, tomou a palavra para apresentar as novidades da edição e a relevância dos debates com a comunidade de engenharia e a sociedade em geral. “As tecnologias que conectam veículos a outros e a estruturas das cidades vêm sendo disponibilizadas em toda sua espantosa conveniência e complexidade. Nosso objetivo é fomentar um fórum privilegiado para discussão dos temas de mobilidade, por isso convidamos expoentes especialistas da indústria nacional e internacional”, ressaltou. Por Keite Marques da Assessoria de Comunicação da EESC-USP

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http://www.eesc.usp.br/portaleesc/images/noticias/2014/sae/eesc_congresso_e_mostra_sae_brasil_2014_09_site.JPGhttp://www.eesc.usp.br/portaleesc/images/noticias/2014/sae/eesc_congresso_e_mostra_sae_brasil_2014_08_site.JPGhttp://www.eesc.usp.br/portaleesc/images/noticias/2014/sae/eesc_congresso_e_mostra_sae_brasil_2014_48_site.JPGCrédito das Fotos: Keite Marques

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