EESC-USP implanta laboratório de pesquisa na área de exploração do pré-sal

A Escola de Engenharia de São Carlos da USP (EESC-USP) irá inaugurar no dia 4 de setembro deste ano o Laboratório de Escoamentos Multifásicos Industriais (LEMI), financiado pela Petrobras, com o objetivo de desenvolver tecnologias que envolvam soluções na área de exploração e produção com aplicações no pré-sal. O prédio de dois mil metros quadrados, localizado no campus 2 da USP em São Carlos, está em fase de acabamento.

O coordenador do laboratório, Oscar Mauricio Hernandez Rodriguez, docente do Departamento de Engenharia Mecânica (SEM), explicou que o padrão das instalações do LEMI viabilizará simular processos que envolvam escoamentos multifásicos em alta pressão – fase de produção em que há mistura de petróleo e bolhas de gás dióxido de carbono (CO2) denso – com o objetivo de assemelhar-se aos métodos utilizados nas indústrias petrolíferas. “No laboratório serão realizados experimentos utilizando técnicas que cheguem o mais próximo às grandezas físicas da produção industrial – pressão, temperatura e vazão. Para tanto, a infraestrutura também foi planejada para as condições industriais, com tubulações de aço, instrumentação avançada e normas de seguranças mais rígidas”, explicou Rodriguez. Em menor escala, o laboratório do Núcleo de Engenharia Térmica e Fluídos (NETeF), localizado no SEM, campus 1 da USP em São Carlos, simula a cadeia produtiva do petróleo utilizando líquidos e gases a baixa pressão em uma infraestrutura diferente da industrial. Neste espaço já são desenvolvidos há vários anos projetos de pesquisa em parceria com grandes petrolíferas. O professor explicou que em um primeiro momento não haverá a transferência de projetos e instalações para o novo laboratório, sendo que os convênios firmados e atualmente em andamento permanecerão no NETeF. Dois novos projetos em processo de formalização ­– envolvendo as empresas Petrobras e British Gas (BG), produtora de gás natural – devem iniciar as atividades do LEMI. Novos equipamentos com tecnologia de ponta também serão adquiridos para o laboratório, como um PIV (“Particle Image Velocimetry”) de última geração, Câmera Filmadora de Alta Velocidade e Anemômetro por Laser Doppler (LDA, sigla em inglês), que realiza medições locais instantâneas precisas de velocidade do escoamento. Um Densitômetro de Raios Gama Dual Source também está sendo importado para fazer medições de propriedades do escoamento por meio de técnicas nucleares. “Esse tipo de instrumentação é comum em laboratórios de química e física, e o LEMI será o único laboratório de mecânica dos fluidos do Brasil a desenvolver pesquisas com técnicas nucleares”, afirmou o professor. Apesar de a Petrobras ter financiado o projeto do laboratório, não há um contrato de exclusividade com a empresa, e demandas de outras empresas também poderão gerar pesquisas. Os convênios firmados serão de cooperação para desenvolvimento de pesquisa tecnológica e inovação, e contarão com a participação de alunos de pós-graduação. “O laboratório, como um patrimônio da USP, também tem a finalidade de viabilizar o desenvolvimento de projetos acadêmicos no âmbito de ensino, pesquisa e extensão, e não irá oferecer privilégios em projetos ou trabalhos de consultoria a petrolíferas”, relatou. Segundo Rodriguez, que também é membro da Rede Temática de Modelagem de Escoamento Multifásico em Tubulações da Petrobras, o novo laboratório irá trazer para a Universidade mais competitividade no atual cenário do pré-sal e aumentará exponencialmente os investimentos em pesquisa e inovação das multinacionais do petróleo que estejam produzindo ou que venham a produzir em território brasileiro. “Pela atual Lei do Petróleo as empresas devem obrigatoriamente investir parte do seu faturamento em pesquisas nas universidades públicas brasileiras”, destacou. O docente ainda afirmou que a EESC está contribuindo de forma muito importante na área de Upstream – fase da cadeia produtiva da indústria petrolífera que antecede o refino, abrangendo a prospecção, engenharia de poços e produção de petróleo – e terá um grande ganho de produtividade científica. “Com forte tendência do deslocamento da exploração do pré-sal para a Bacia de Santos, no litoral sul paulista, a Escola dará ainda mais contribuição ao desenvolvimento de soluções tecnológicas demandadas pelo setor”, conclui Rodriguez. Por Keite Marques da Assessoria de Comunicação da EESC-USP

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http://www.eesc.usp.br/portaleesc/images/noticias/lemi/eesc_lemi_fachada_site2.jpg <Simulação da fachada do prédio>http://www.eesc.usp.br/portaleesc/images/noticias/lemi/eesc_netef_site.jpg <Núcleo de Engenharia Térmica e Fluídos (NETeF)>http://www.eesc.usp.br/portaleesc/images/noticias/lemi/eesc_professor_oscar_rodriguez_site.jpg <Professor Oscar Mauricio Hernandez Rodriguez>

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Texas A&M University oferece curso de difusão na EESC-USP

A Escola de Engenharia de São Carlos da USP (EESC-USP) recebe, até o dia 1º de agosto, duas disciplinas de um curso de difusão oferecido pela Texas A&M University (TAMU) através do programa Study Abroad.

O programa permite que professores da TAMU ofereçam disciplinas da grade regular de graduação em um tempo reduzido, durante o período das férias, porém mantendo a mesma carga horária e conteúdo. O curso configura-se como uma oportunidade para universitários norte-americanos concluírem parte de seu currículo obrigatório em um país diferente da sua nacionalidade, com o objetivo de adicionar um componente internacional relevante ao ensino de engenharia. Estudantes brasileiros também puderam inscrever-se no programa, formando grupos de estudo com os discentes estrangeiros. Além disso, ao final do curso os participantes poderão solicitar a substituição dos créditos na grade curricular das disciplinas concluídas. No total estão inscritos 27 alunos, sendo 11 estrangeiros e 16 brasileiros. O curso foi coorganizado pela professora Vilma Alves de Oliveira, do Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação da EESC-USP, e oferece duas disciplinas – Sistemas de Controle Linear e Sinais e Sistemas – que são ministradas pelo professor Shankar Prashad Bhattacharyya, do curso de Engenharia Elétrica da TAMU. Animada com a primeira edição do Study Abroad na Escola, a professora destaca o sucesso da participação dos alunos brasileiros no curso. “Mesmo ocorrendo no período apertado de férias, os alunos tiveram o interesse de aproveitar o conteúdo do curso e interagir com os estudantes estrangeiros.”, disse Vilma. O americano Matthew Daniel Manley, de 22 anos, participa pela primeira vez do programa e diz ter boas expectativas. “O curso irá adiantar as disciplinas regulares de quatro meses para cinco semanas, intensificando o aprendizado. O método de ensino do professor é simples e dinâmico, desta forma acredito que será mais fácil compreender o conteúdo.”, ressalta. O estudante Thiago Maboni, de 20 anos, da Universidade Federal de Santa Maria, participava de estágio na EESC-USP no início do ano quando soube do curso de difusão e decidiu participar. “Tive interesse de realizar a disciplina de Sistemas de Controle Linear, pois tenho pouco conhecimento na área. Além disso, é uma oportunidade para acrescentar antecipadamente os créditos da disciplina na grade curricular.”, comenta. Para Bhattacharyya é muito interessante a troca de experiências entre os alunos, a qual contribui para fazer novos contatos e conhecer diferentes culturas. A metodologia das aulas também proporciona uma experiência distinta dos métodos tradicionais de aprendizado. “O curso possui alguns conteúdos em comum e que se completam, possibilitando manter um método básico e intenso.”, explica. O professor ainda destaca que o conceito do programa Study Abroad está expandindo-se nos Estados Unidos, enfatizando a experiência internacional como muito valiosa aos alunos. “Hoje em dia, com a globalização, as empresas estão investindo em negócios no mundo inteiro e às vezes o aluno que não se expõe a outras culturas, além daquelas do seu próprio país, perde grandes oportunidades de trabalho.”, conclui. O andamento do programa inclui testes e tarefas relacionadas a tecnologia da informação, as quais são exigidas no curso de graduação e que serão realizadas em aulas práticas no laboratório de ensino informatizado utilizando o sistema Matlab – um software voltado para resolução de cálculos numéricos. Os participantes também farão visitas técnicas e culturais a cidades da região e às capitais de São Paulo e Rio de Janeiro. Algumas das visitas previstas ocorrerão na Embrapa Instrumentação, em São Carlos, e na Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A. (Embraer), em Gavião Peixoto. “As visitas técnicas são muito importantes, pois aproximam os alunos das práticas de ensino e oferecem uma visão da aplicação do que se estuda e do trabalho dos profissionais da área.”, afirma o Bhattacharyya.

Por Keite Marques da Assessoria de Comunicação da EESC

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Cooperação e emoção marcam etapa regional da Olimpíada Brasileira de Robótica

A escola não tinha computador à disposição nem mesa de treino. Mas a equipe organizadora da Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR) emprestou um kit para que os estudantes pudessem montar seus próprios robôs, treinarem e participarem da competição. Resultado: saíram com uma medalha de prata e outra de bronze do Ginásio de Esportes da USP, em São Carlos, no último sábado, 14 de junho. Com lágrimas nos olhos, a coordenadora pedagógica Kátia Schimidt, da Escola Estadual Coronel Franco, de Pirassununga, resume em uma palavra a trajetória percorrida por seus alunos para alcançar essa façanha: superação.

“Eu nunca tinha mexido com um robô antes, achava que ele saía da fábrica pronto. Então, descobri que precisava programar. Até minha família gostou da experiência. Foi muito legal”, conta o estudante João Pedro de Alcântara, membro de uma das equipes da Coronel Franco, a Tintanboot, com a medalha de bronze no pescoço. Ele e os colegas da outra equipe que representaram a escola – Pacboot – participaram da competição na categoria nível 1, destinada aos estudantes de ensino fundamental. Há também o nível 2, voltado ao ensino médio (veja a lista completa dos premiados e dos classificados para a etapa regional da OBR no final desta reportagem). A professora de tecnologia da escola, Flávia de Oliveira, conta que, antes de começarem os treinamentos para a OBR, não havia sido ensinado nenhum conteúdo relacionado à robótica na escola. “Pegamos os kits emprestados e trabalhamos apenas durante dois meses”, revelou.

Quem também comemorou a conquista foi a vice-coordenadora do Centro de Robótica de São Carlos (CROB) e professora do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, Roseli Romero: “É muito bom saber que, em tão pouco tempo, os estudantes conseguiram usar esse material e alcançar ótimos resultados”. Ela, juntamente com os professores do Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), coordenaram a regional da OBR, realizada pela primeira vez em São Carlos. Ela explica que, para estimular a participação das escolas que não tinham kits, empresas fabricantes emprestaram alguns kits à equipe organizadora da regional, que os repassou às escolas interessadas. O CROB é composto por pesquisadores da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) e do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC), ambos da USP. Uma nova forma de aprender – Histórias como a da Escola Estadual Coronel Franco mostram quanto uma disciplina como a robótica pode motivar alunos e professores na construção de uma nova forma de aprendizado. “Geralmente, o resultado da participação na competição é que os estudantes melhoram o rendimento em todas as disciplinas e passam a gostar mais da escola. Acredito que a robótica não tem potencial apenas para revolucionar a ciência brasileira, mas também pode revolucionar nossa forma de ensinar”, explicou Flávio Tonidandel, coordenador geral da OBR. Das 99 equipes inscritas de escolas públicas e privadas das cidades da região, 70 compareceram ao evento, que vem crescendo ano a ano. “Em 2012, a OBR contabilizou 300 equipes inscritas na competição em todo o Brasil; em 2013 esse número subiu para 800 e, em 2014, são 1,9 mil equipes”, destaca Tonidandel. Segundo ele, o Estado de São Paulo é o que tem o maior número de inscritos. As 15 melhores equipes de ensino médio e as 10 melhores de ensino fundamental que participaram da etapa regional da OBR em São Carlos foram selecionadas para disputarem a estadual da competição, que acontecerá no dia 9 de agosto, em São Bernardo do Campo.

Prática que ensina – Para o mestrando do ICMC, Adam Henrique Pinto, um dos voluntários que contribuiu para a realização do evento em São Carlos, participar da OBR ajuda os estudantes a desenvolverem o raciocínio lógico: “É também uma forma de aprender o que é a computação na prática porque as crianças criam o robô do zero. Elas usam alguns kits de robótica, mas precisam montam o robô e testá-lo em diversos tipos de acontecimentos”. Entre os desafios enfrentados pelos robôs recém-criados estão falhas na linha da estrada pela qual devem passar, redutores de velocidade e obstáculos. “A criança tem que aprender a programar de uma forma geral, para que o robô seja capaz de atuar em qualquer tipo de arena, porque as arenas apresentam dificuldades diferentes (fácil, médio e difícil)”, explica. Por isso, as equipes disputam a modalidade prática em dois níveis. No nível 1, voltado aos alunos do ensino fundamental, o robô competidor, em uma simulação de resgate, precisa encontrar uma vítima, superando várias adversidades. Já no nível 2, destinado a alunos do ensino médio, além de encontrar a vítima, o robô deve resgatá-la, passando também por diversos obstáculos.

Final da OBR ocorrerá de 18 a 23 de outubro – A etapa nacional da OBR, chamada RoboCup Junior Rescue A, também ocorrerá em São Carlos e será sediada no ICMC. O evento acontecerá de 18 a 23 de outubro, durante a Competição Brasileira de Robótica (CBR 2014), garantindo aos campeões de cada nível uma vaga para participar da RoboCup Junior Mundial 2015 – a ser realizada na Tailândia. A final ocorrerá em paralelo com a Conferência Conjunta de Robótica e Sistemas Inteligentes de 2014, que inclui outros eventos científicos de grande relevância para o país e para a América Latina. Além da CBR 2014 serão realizados: Latin American Robotics Competition (LARC), Latin American Robotics Symposium (LARS), Simpósio Brasileiro de Robótica (SBR), Robocontrol, The Brazilian Conference on Intelligent Systems (BRACIS) e Encontro Nacional de Inteligência Artificial e Computacional (ENIAC). Por Denise Casatti da Assessoria de Comunicação do ICMC/USPcom colaboração da Assessoria de Comunicação da EESC/USP [+] informaçãoSite da OBR: www.obr.org.brSite do CROB: www2.eesc.usp.br/crobAssessoria de Comunicação da EESCE-mail: comunicacao@eesc.usp.br Telefone: (16) 3373-6600 Equipes classificadas para a etapa estadual da OBRNível 2 – Ensino médio1. Etapa 8 2. RoboCraft3. Bazinga 24. Álvaro Guião5. Alien S16. Pré-Exatas CECMF7. Asgard8. CTi-Night9 José Juliano Neto10.Pequenos Cientistas Ares

Nível 1 – Ensino fundamental1. Bazinga12. Pacboot3. Titanboot4. Naipe NX2YZ5. Tuparobos6. Robô Brasil7. Sigma BR8. Sigma FR9. Marivaldo Degan10. Insabots11. Equipe JKMI12. Robô Ação13. Equipe Iori14. RoboGamers15. Sabin

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http://www.eesc.usp.br/portaleesc/images/noticias/OBR/eesc_obr_etapa_regional_site_4.JPGhttp://www.eesc.usp.br/portaleesc/images/noticias/OBR/eesc_obr_etapa_regional_site.JPG Franco com a professora Flávia (à esquerda) e a coordenadora Kátia (à direita)http://www.eesc.usp.br/portaleesc/images/noticias/OBR/eesc_obr_etapa_regional_site_2.JPGhttp://www.eesc.usp.br/portaleesc/images/noticias/OBR/eesc_obr_etapa_regional_site_3.JPG Arenas apresentam dificuldades diferentes

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Centro de Robótica de São Carlos sedia regional inédita da Olimpíada Brasileira de Robótica

Pela primeira vez, a Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR) terá uma etapa regional realizada na USP em São Carlos, no dia 14 de junho, a partir das 9 horas, no Ginásio de Esportes do Campus. O evento é promovido pelo Centro de Robótica de São Carlos (CROB), resultado de um trabalho conjunto de pesquisadores da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) e do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC), ambos da USP.

O CROB, juntamente com outras instituições parceiras, apoiou e organizou essa etapa, que contará com três competições regionais e uma final estadual, visando facilitar a participação de municípios do interior do Estado de São Paulo. Foram inscritas 99 equipes de alunos de escolas públicas e privadas das cidades de Ribeirão Preto, Campinas, Araraquara, Matão e Bauru, entre outras. As equipes disputarão a modalidade prática, que é dividida em níveis 1 e 2. No nível 1, voltado aos alunos do ensino fundamental, o robô competidor, em uma simulação de resgate, precisa encontrar uma vítima, superando várias adversidades. Já no nível 2, destinado a alunos do ensino médio, além de encontrar a vítima, o robô deve resgatá-la, passando também por diversas adversidades. Cada nível contará com três rodadas nas categorias: fácil, médio e difícil. Segundo o coordenador do CROB e professor do Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação da EESC, Marco Henrique Terra, uma das missões do Núcleo de Apoio à Pesquisa em Robótica da USP é promover a extensão educacional para a comunidade e demais setores. “A organização de um evento desse porte preenche uma das metas que definimos ao criar o Núcleo, pretendendo não apenas desenvolver pesquisas de ponta, mas também exercer a função de extensão de ensino e auxiliar no esforço de difusão da robótica na sociedade”, definiu o docente. Para a professora Roseli Romero, do Departamento de Ciências de Computação do ICMC, a importância da Olímpiada está no compromisso e desafio que os alunos assumem em desenvolver um sistema para apresentar e participar da competição. “Os estudantes se sentem motivados e se dedicam muito ao projeto, trabalham em grupo, participam de reuniões aos finais de semana e contam com o incentivo muito importante de seus professores”, ressaltou a professora, que integra a coordenação da etapa regional da OBR. Final da OBR ocorrerá de 18 a 23 de outubro – A etapa nacional da OBR, chamada RoboCup Junior Rescue A, também ocorrerá em São Carlos e será sediada no ICMC. O evento acontecerá de 18 a 23 de outubro, durante a Competição Brasileira de Robótica (CBR 2014), garantindo aos campeões de cada nível uma vaga para participar da RoboCup Junior Mundial 2015 – a ser realizada na Tailândia. A final ocorrerá em paralelo com a Conferência Conjunta de Robótica e Sistemas Inteligentes de 2014, que inclui outros eventos científicos de grande relevância para o país e para a América Latina. Além da CBR 2014 serão realizados: Latin American Robotics Competition (LARC), Latin American Robotics Symposium (LARS), Simpósio Brasileiro de Robótica (SBR), Robocontrol, The Brazilian Conference on Intelligent Systems (BRACIS) e Encontro Nacional de Inteligência Artificial e Computacional (ENIAC). Para obter mais informações sobre evento, acesse www.obr.org.br.

Por Keite Marques da Assessoria de Comunicação da EESC

com colaboração da Assessoria de Comunicação do ICMC

 

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http://www.eesc.usp.br/portaleesc/images/noticias/2014/eesc_olimpiada_robotica_terra_romero_site.JPG<Professora Roseli Romero e professor Marco Henrique Terra>

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Pesquisa desenvolvida na EESC-USP recebe prêmio de melhor trabalho no 58º Congresso Brasileiro de Cerâmica

Escolhido entre cerca de setecentos trabalhos inscritos no 58º Congresso Brasileiro de Cerâmica, realizado entre os dias 19 e 21 de maio, em Bento Gonçalves, RS, o artigo “Macroestruturas com Porosidade Hierarquizada Produzidas a Partir de Fibras Contínuas de Óxido de Alumínio, Hidróxido de Alumínio e Quitosana” do professor Rafael Salomão, do Departamento de Engenharia de Materiais (SMM) da Escola de Engenharia de São Carlos da USP (EESC-USP), foi premiado como o Melhor Trabalho apresentado no evento.

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Escola de Engenharia de São Carlos da USP recebe Workshop Mitsubishi

No dia 6 de junho, a Escola de Engenharia de São Carlos da USP (EESC-USP) irá receber o “Workshop Mitsubishi”, que apresentará ferramentas para simulação de programação desenvolvida em Comando Numérico Computadorizado (CNC), em um software doado para a Escola pela empresa Automotion CNC, vinculada à Mitsubishi. O evento é organizado pelo chefe do Departamento de Engenharia de Produção da EESC-USP, professor Reginaldo Teixeira Coelho, e pelo engenheiro da Automotion CNC, Silvio Luiz Plotegher, e será realizado no Anfiteatro Mori Seiki do Núcleo de Manufatura Avançada (NUMA) da Escola. As apresentações serão voltadas para alunos de graduação e para profissionais das indústrias de metal e mecânica que utilizam o software, entretanto qualquer interessado pode participar. Não é necessário realizar inscrição prévia.

Confira a programação do evento: 14h | Abertura com o professor Reginaldo Teixeira Coelho, chefe do Departamento de Engenharia de Produção. 14h05 | Palestra Estudo de caso: Centro Horizontal para Produção de Vigas Metálicas, Integração CNC – Máquina – Sistema CAM.Palestrante: Silvio Luiz Plotegher, da Mitsubishi.Duração: 1 hora. 15h05 | Palestra Introdução ao NC TRAINER PLUS.Palestrante: Eduardo Miller.Duração: 45 minutos. Intervalo de 15 minutos. 16h05 | Palestra Processos de Manufatura Aditiva.Palestrante: professor Reginaldo Teixeira Coelho.Duração: 45 minutos. Intervalo de 15 minutos. 17h05 | Mesa redonda para perguntas.Duração: 30 minutos. O NUMA localiza-se no campus 1 da USP em São Carlos, sito à Av. Trabalhador são-carlense, 400, CEP 13566-590. Para mais informações entre em contato com a Secretaria do NUMA pelo telefone (16) 3373-9433.

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Legenda:Professor Reginaldo Teixeira Coelho da EESC-USP

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Exposição de artes manuais “Meus Mimos” acontece na Biblioteca da EESC

Até o dia 27 de junho, a Biblioteca da Escola de Engenharia de São Carlos da USP (EESC-USP) recebe a exposição “Meus Mimos”, composta por trabalhos manuais desenvolvidos pela servidora do Instituto de Física de São Carlos (IFSC), Ana Maria Micheloni. Funcionária do IFSC há 29 anos, Ana Maria sempre se interessou por artes manuais e se formou em 1979 no curso de Licenciatura em Artes Práticas do Centro de Ensino Superior de São Carlos La Salle, tendo o artesanato como uma paixão. Seus principais trabalhos são em madeira com técnicas de decupagem, pintura decorativa, pátina, massa acrílica, estêncil, goma laca e filtro de café. Também trabalha com tecidos – fazendo pintura, costura, crochê, tricô e bordado – e vidro – com reciclagem e decupagem. Conheça alguns trabalhos na página do Facebook da artista, acesse www.facebook.com/anamaria.micheloni. A mostra pode ser vista de segunda a sexta-feira das 8 às 22 horas e aos sábados das 8 às 12 horas.

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Equipe Formula SAE representa EESC-USP em importante feira internacional

A Equipe Formula SAE da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP participou da 30º Feira Internacional da Mecânica, realizada de 20 a 24 de maio no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo. Os alunos apresentaram e divulgaram o carro de competição E60 no estande de um de seus patrocinadores, a empresa Arcelor Mittal. Para o diretor da equipe, Murilo Rigonato, a importância da participação em uma feira dessa amplitude é a visibilidade e difusão que proporciona à EESC e à competição Formula SAE fora do ambiente acadêmico, além do retorno do marketing aos patrocinadores e a chance de conhecer novas tecnologias. “O evento é uma grande oportunidade para se trocar informações técnicas com especialistas da área e buscar novos apoiadores no desenvolvimento do projeto”, afirmou. A Feira contou com a exposição de mais de 2,1 mil marcas nacionais e internacionais espalhadas em uma área de 85 mil meros quadrados e recebeu cerca de 100 mil visitantes entre estudantes, profissionais e empresários de diversas áreas. Com o objetivo de mostrar as mais novas tendências no que concerne ao desenvolvimento tecnológico de máquinas e equipamentos, a Feira Internacional da Mecânica 2014 ofereceu espaços de negócio nas áreas de administração, engenharia, logística e tecnologia da informação, atraindo representantes de quase cinquenta países ao redor do globo. A Equipe EESC-USP Formula SAE existe há 11 anos e conta atualmente com a colaboração de 74 estudantes de graduação e pós-graduação em engenharia. Os alunos dividem tarefas e compõe um organograma similar ao de uma empresa, com diretor e gerentes de marketing, de recursos humanos, financeiros, de manufatura e de projetos. Atualmente o grupo está entre as cinco equipes mais destacadas da Formula SAE do mundo, com quase cinco mil curtidas na página oficial da equipe no Facebook. Para estreitar o relacionamento com as empresas e o público do evento, a equipe distribuiu material de divulgação e produziu um relatório com observações das visitas recebidas no estande, informações obtidas e os interessados em parceria. Posteriormente os resultados serão discutidos em grupo e gerenciados pelos diretores e gerentes de cada função.

A cada ano a equipe trabalha no projeto de um novo carro e o modelo de 2014, batizado de E12, está sendo produzido para disputar a etapa nacional da principal competição da área, no final do segundo semestre. Esse evento é promovido pela SAE Brasil, uma associação sem fins lucrativos que congrega pessoas físicas (engenheiros, técnicos e executivos) unidas pela missão comum de disseminar técnicas e conhecimentos relativos à tecnologia da mobilidade em suas variadas formas: terrestre, marítima e aeroespacial. A equipe já participou de diversas edições da competição na etapa nacional e também na mundial, conquistando bons resultados de classificação geral e de provas. Os protótipos dos carros são concebidos pelos estudantes desde o projeto até a manufatura e montagem. A EESC também é uma importante incentivadora da equipe oferecendo apoio acadêmico através de seus professores, laboratórios e demais recursos. Por Keite Marques da Assessoria de Comunicação da EESC

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Docente da EESC-USP participa da VI Conferência Internacional de Educação Ambiental e Sustentabilidade

A VI Conferência Internacional de Educação Ambiental e Sustentabilidade O Melhor de Ambos os Mundos, realizada no SESC Bertioga, litoral paulista, de 12 a 16 de maio, contou com a presença do professor Victor Eduardo Lima Ranieri, do Departamento de Hidráulica e Saneamento da Escola de Engenharia de São Carlos da USP (EESC-USP), como moderador das palestras e integrante nos comitês executivo e científico.

O evento foi uma realização da Superintendência de Gestão Ambiental da Universidade de São Paulo, com correalização do SESC São Paulo e o apoio da EESC e do Laboratório de Educação e Política Ambiental, da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (ESALQ) da USP. A Educação Ambiental traz, em seu bojo, diversos “mundos”, como ricos e pobres, norte e sul, educação ambiental tradicional e crítica entre outros. É necessária uma abordagem coerente para estes “mundos” visando o trabalho colaborativo e a discussão sobre os caminhos para o enfrentamento dos nossos problemas socioambientais. O objetivo principal da Conferência foi compartilhar experiências internacionais e locais em educação ambiental e para o desenvolvimento sustentável, além de contribuir para o estabelecimento de redes articuladas nessas áreas. “O Brasil é uma referência para outros países em razão dos estudos avançados e aplicações nas áreas de educação ambiental e sustentabilidade, por essa experiência o interesse por parcerias em projetos e pesquisas, como as desenvolvidas pela USP, aumenta”, comentou Ranieri. Durante o evento também foram destacadas as questões de urbanização e seus efeitos associados, tais como a perda da biodiversidade e da qualidade de vida, os problemas de transporte público, as questões de gestão de resíduos, a migração rural-urbana e outros desafios. Em contrapartida foram discutidas propostas para fortalecer parcerias entre as diferentes instituições que atuam nas áreas temáticas do evento, além de fomentar estratégias e fornecer subsídios às políticas públicas nos países em desenvolvimento, buscando aproveitar os biomas e as ricas diversidades. “A vulnerabilidade da biodiversidade, as ligações histórico-culturais e as rápidas mudanças que estão ocorrendo nos contextos biofísicos e sociais são características comuns entre os países que buscam avançar os conhecimentos em educação ambiental e sustentabilidade”, explicou o docente. No evento estiveram presentes 240 participantes de todo o Brasil e de outros 18 países, entre educadores, pesquisadores, funcionários do governo, acadêmicos, gestores, agentes de áreas protegidas, agentes decisores, representantes de ONGs e indivíduos envolvidos na educação, sensibilização e comunicação ambiental. No total foram expostos 160 trabalhos em três áreas: educação ambiental e biodiversidade; educação ambiental em escolas e instituições de ensino superior; e educação ambiental e gestão participativa em comunidades rurais e tradicionais. Alguns dos trabalhos apresentados – orais e pôsteres – serão publicados nos anais da Conferência, com os objetivos e os resultados do evento. Os participantes que tiveram suas apresentações inseridas no caderno de resumos terão até o dia 30 de maio para submeter os trabalhos completos à aprovação da Comissão Científica e posteriormente avaliação de dois pareceristas independentes. Por Keite Marques da Assessoria de Comunicação da EESC

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