XI Semana da Engenharia Ambiental na EESC-USP reuniu especialistas nas áreas de gestão e saneamento

A Escola de Engenharia de São Carlos da USP (EESC-USP) promoveu a XI Semana da Engenharia Ambiental (SEA), no período de 19 a 23 de maio, com palestras, minicursos, visitas técnicas e apresentações de trabalhos científicos nas áreas de gestão ambiental e saneamento.

A organização do evento foi realizada pelos alunos de graduação do curso de Engenharia Ambiental da EESC, sob a coordenação do professor Luiz Antônio Daniel, do Departamento de Hidráulica e Saneamento da Escola. Participaram da Semana mais de trezentos alunos dos cursos de Engenharia Ambiental das seguintes instituições: Escola de Engenharia de Lorena (EEL) da USP, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp) – campus de São José dos Campos, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) – campus de Limeira, Instituto Federal Goiano e Universidade Federal Fluminense. Segundo a comissão organizadora, o objetivo da realização foi oferecer aos alunos a oportunidade de conhecer melhor as muitas áreas que se relacionam com a Engenharia Ambiental e que muitas vezes não são abordadas na estrutura curricular dos cursos. Além disso, teve o objetivo de proporcionar a troca de experiências e novas perspectivas entre os participantes da Semana. “Buscamos promover palestras e minicursos com temas diversificados, baseando-nos em uma enquete respondida pelos estudantes do curso. Investimos também em mesas-redondas, atividades culturais e mesa de formados, em que os alunos já graduados participam, compartilhando suas experiências profissionais”, explicou Marina Britto, integrante da comissão organizadora. Nas primeiras edições da SEA muitos professores locais contribuíam nas palestras e na programação. Posteriormente os alunos ganharam autonomia e passaram a organizar os recursos e as atividades, definindo os temas que julgam prioritários e a participação de especialistas externos da Escola para oferecer visões diferentes de atividades na área ambiental. “É importante os estudantes terem desde já a troca de experiências; a Semana é um processo de continuidade do aprendizado e atualização dos temas que estão na fronteira do conhecimento”, relatou Daniel. Por meio do ‘feedback’ digital feito no site da SEA, os participantes destacaram as palestras: “Avaliação de riscos e Agrotóxicos em Ecossistemas de Água Doce”, por se tratar de um tema de grande preocupação para a área de saneamento e ecologia; a mesa-redonda “Planejamento Urbanístico”, que trouxe exemplos interessantes de como aplicar infraestruturas verdes para, não apenas tornar as cidades ambientes mais agradáveis, mas também um espaço sustentável; e “Panorama Mundial de Usinas Nucleares”, a qual apresentou um panorama do funcionamento das usinas nucleares, do uso da energia nuclear no mundo e dos perigos e vantagens desse tipo de energia. Além das palestras, a realização dos minicursos foi bastante positiva, o que fez a organização ampliar o leque de opções nas próximas edições. “Ficamos satisfeitos por cumprir os objetivos da Semana em mais esta edição. Realizamos uma Semana bem organizada para os participantes de acordo com o ‘feedback’ e os elogios recebidos, além do reconhecimento dos palestrantes, professores apoiadores e da Associação Nacional dos Engenheiros Ambientais (ANEAM), tornando nosso evento uma referência nacional”, afirma Luís Felipe Peres Bucater, integrante da organização da SEA.

Com o encerramento desta edição o planejamento para XII SEA já se inicia, e os alunos acreditam que a inovação é um aspecto imprescindível para o sucesso das próximas edições, a qual faz com que o público se sinta motivado a continuar participando. “Certamente para a próxima edição teremos novas ideias. Atualmente estamos em discussão para desenvolver atividades sociais, não apenas durante a Semana, mas como um projeto a ser trabalhado ao longo do ano, pois os aspectos educativos são base da sustentabilidade, a qual buscamos contemplar nas várias dimensões da nossa Semana”, comentou Marina. Por Keite Marques da Assessoria de Comunicação da EESC

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Inscrições abertas para concurso de professor titular na área de Engenharia de Materiais

A Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP abriu inscrições para o concurso público de títulos e provas para contratação de professor titular, referência MS-6, em regime de dedicação integral à docência e à pesquisa, com salário de R$ 13.653,62, relativo ao Edital ATAc 28/2014.

A vaga é para o Departamento de Engenharia de Materiais, na área de conhecimento Engenharia de Materiais.

As inscrições podem ser feitas até o dia 14 de novembro de 2014, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 11h30 e das 14 às 17 horas, no Serviço de Assistência aos Colegiados da EESC, localizado no 1º andar do Bloco E-1, sito à Avenida Trabalhador são-carlense, 400, campus 1 da USP em São Carlos. O candidato pode se inscrever pessoalmente, por procuração ou por correspondência.

Para obter o edital e mais informações sobre o concurso, acesse o site www.eesc.usp.br, (Acesso rápido / Editais).

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Acesso direto para o edital:

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Pós-Graduação em Ciência e Engenharia de Materiais na EESC-USP recebe inscrições

A Escola de Engenharia de São Carlos da USP (EESC-USP) recebe, até o dia 1º de junho, as inscrições para o processo seletivo dos cursos de mestrado e doutorado oferecidos pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência e Engenharia de Materiais. As informações sobre as linhas de pesquisa contempladas, docentes relacionados, bolsas, entre outras, encontram-se no novo site do Programa lançado recentemente, o qual pode ser acessado através do endereço www.smm.eesc.usp.br/pgrcem. Com ingresso para o 2º semestre de 2014, o processo seletivo consistirá em prova de conhecimentos específicos além de avaliação de desempenho acadêmico e de produção científica. Para mais informações entre em contato com a Secretaria do Programa de Pós-Graduação em Ciência e Engenharia de Materiais pelo telefone (16) 3373-8125 ou e-mail pgrcem@sc.usp.br.

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Link direto para o edital:

http://www.smm.eesc.usp.br/pgrcem/images/pdf/Edital-CEM2semestre2014publicado.pdf

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Docentes da USP participam da Feira Nacional do Livro nesta sexta-feira

Os professores Tadeu Fabrício Malheiros da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP e Arlindo Philippi Jr., da Faculdade de Saúde Pública (FSP), também da USP, participam nesta sexta-feira, dia 23, às 10 horas, da mesa de debate temático Sustentabilidade e Gestão Pública Municipal e do lançamento dos livros da Coleção Ambiental (Manole, 2014), da qual Philippi é organizador e um dos editores.

Os eventos de cunho socioambiental estão inseridos na programação oficial da 14ª edição da Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto, e a participação dos docentes da USP acontece por meio de convite da Prefeitura Municipal daquela cidade enviado ao grupo de pesquisa do Observatório da Sustentabilidade Municipal do Núcleo de Pesquisa e Extensão em Sustentabilidade (NUPS) do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Ambiental (PPGSEA) da EESC.

A realização é uma parceria entre a Fundação Instituto do Livro de Ribeirão Preto, o Observatório da Sustentabilidade Municipal do NUPS-PPGSEA da EESC e o Observatório do Desenvolvimento Regional do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional da Universidade Regional de Blumenau, com o apoio das Secretarias Municipais da Cultura, Turismo e Meio Ambiente de Ribeirão Preto.

O evento ocorre no Centro Cultural Palace, sito à Rua Álvares Cabral, 322, Centro, Ribeirão Preto (SP). É gratuito e aberto ao público, entretanto para assistir à mesa de debates é necessário retirar senha com uma hora de antecedência no balcão de informações, localizado em frente ao Theatro Pedro II, o qual por sua vez fica ao lado do Centro Cultural.

Para mais informações entre em contato com o Núcleo de Programação da Fundação Feira do Livro de Ribeirão Preto pelos telefones (16) 3911-1050 e 3621-5811 ou acesse o site www.feiradolivroribeirao.com.br.

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Alunos de Engenharia Mecatrônica realizam com sucesso mais uma edição da Sematron na EESC-USP

A Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP promoveu de 12 a 16 de maio a X Sematron – Semana de Engenharia Mecatrônica –, com uma extensa programação de palestras, visitas técnicas e minicursos, entre outras atividades. Nesta edição o evento também contou com a participação de palestrantes renomados e estudantes de seis outras universidades, sendo cinco de Minas Gerais e uma do Mato Grosso.

Segundo o coordenador da Sematron, Marcelo Becker, docente do Departamento de Engenharia Mecânica, o evento é considerado o maior de graduação em mecatrônica do Brasil, e este reconhecimento se deve a integração, o comprometimento dos alunos na organização e a experiência adquirida a cada edição. “A rotatividade da equipe oferece um repasse de informações e novas ideias essenciais para execução”.

O grande objetivo da semana é a oportunidade acadêmica que os participantes têm de conversar e compartilhar experiências com alunos da pós-graduação e profissionais que atuam no mercado. “O evento permite conhecer as condições e oportunidades de atuação tanto no Brasil, quanto no exterior”, relatou o professor.

Grande parte da programação foi desenvolvida pelos alunos da graduação em Engenharia Mecatrônica, que cursam do 2º ao 4º ano. No Espaço Primavera, localizado no Bloco E-1, os organizadores concentraram a realização do coffee-break e expuseram os projetos extracurriculares da EESC dos grupos Formula SAE, Baja, Aerodesign, SEMEAR, EESCuderia Mileage e da Secretaria Acadêmica de Engenharia Mecatrônica (Sadem).

No mesmo espaço era possível conhecer o automóvel com o Sistema Embarcado de Navegação Autônoma (SENA), desenvolvido pela EESC, um scanner corporal desenvolvido pelo professor Mario Alexandre Gazziro, do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, e um motor da empresa Cummins com seções abertas que permitiam analisar seu interior.

Após a abertura da Sematron, ocorreu a mesa redonda “Educação na Engenharia”, que debateu a criação de novos cursos na universidade e a reforma curricular, visando à interação entre graduandos e docentes para propor uma nova visão sobre o processo de formação dos engenheiros. “O que era uma aula legal no meu tempo de estudante em engenharia, pode não ser a melhor aula para os alunos de hoje. O interessante é que os estudantes sugiram novas formas e ferramentas de ensino”, relatou Becker.

A Semana também proporcionou o “Dia da Engenharia”, com a visita de estudantes do ensino médio de escolas públicas e privadas das cidades de Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e Marília. Na ocasião, os alunos tiveram a oportunidade de conhecer mais sobre os cursos da Escola, suas diferenças e as áreas de atuação.

Outras atividades da Sematron também tiveram destaque entre os participantes. A palestra “Gestão de grandes projetos e Liderança na prática: a atuação do jovem engenheiro” abordou que além de entender conceitos é preciso ter uma visão pragmática sobre os aspectos mais relevantes da liderança para se atingir as metas planejadas de empresas, ONGs e no setor governamental. Já o ThimK consistiu emuma rodada de apresentações rápidas sobre vários assuntos que levaram o público a uma reflexão mais expansiva.

A palestra “Empreendedorismo e seu papel na renovação das indústrias tradicionais” trouxe à tona a importância do trabalho do profissional em busca de inovações e tecnologias para um mercado cada vez mais competitivo.Em paralelo ao tema, os participantes realizaram visitas técnicas nas empresas 3M Equitron, TAM, AFA, Faber Castell e Volkswagem, entre outras, com a oportunidade de observar de perto como é a vida de um profissional em relação à postura, atuação, trabalho, desafios, respeito e compromisso.

O quarto dia de evento foi destinado à realização de minicursos em Micro-processadores, Programação de robôs móveis, Webdesign, FPGA, entre outros. Alguns dos cursos contaram com a colaboração de alunos da pós-graduação, que disponibilizaram materiais e dicas de aplicação.

Com a ativa participação do público, o último dia de programação da Sematron contou com mais quatro palestras: “Aplicações de engenharia na área médica, Design automotivo – processo de desenvolvimento de projeto, Mecatrônica na agricultura e Cibernética avançada, além da mesa redonda sobre Intercâmbio e divulgação de estágio”.

Para os alunos da organização os trabalhos ainda continuam nesta semana, pois promoverão um balanço da realização do evento a fim de iniciar os projetos da próxima edição da Sematron.

Por Keite Marques da Assessoria de Comunicação da EESC

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Chefe do Departamento de Engenharia de Produção participa de seminário sobre tecnologia e aplicação de impressão 3D

Com o objetivo de discutir as perspectivas de adoção da tecnologia de impressão 3D em maior escala na indústria e os potenciais impactos para as estratégias de produção de empresas e de países, o chefe do Departamento de Engenharia de Produção da Escola de Engenharia de São Carlos da USP (EESC-USP), Reginaldo Teixeira Coelho, foi expositor, por meio de videoconferência, do seminário “Manufatura Aditiva: Aplicações e Impactos nas Cadeias de Valor”, realizado na última sexta-feira, dia 16, e promovido pelo Observatório da Inovação e Competitividade do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP.

A participação foi dividida com o professor Eduardo de Senzi Zancul, da Escola Politécnica (Poli) da USP, que foi aluno da EESC e atualmente realiza pesquisas em manufatura aditiva — aquela em que as peças são produzidas com a deposição (adição) de material usando uma impressora 3D — na área de aplicação e valor agregado na cadeia de produção.

Os pesquisadores são parceiros em um projeto de desenvolvimento científico na área e apresentaram diversas vertentes como a produção de protótipos, as aplicações low-end (de baixo custo e tecnologia) em ambiente doméstico e as aplicações high-end (de alto custo e tecnologia de ponta) na produção de itens finais na indústria.

O processo da técnica de manufatura aditiva desenvolve-se a partir de um objeto tridimensional desenhado em softwares e posteriormente enviado à impressora. A máquina identifica a forma, e a impressão inicia-se depositando o material em pó, formando camadas, até que o objeto inteiro esteja completo, diferente da técnica convencional na qual a manufatura ocorre por subtração de um material bruto, que é esculpido até alcançar a forma desejada.

Ao comparar as duas técnicas, o professor as considera complementares, porém há uma forte tendência que, com o passar do tempo, a maioria dos métodos tradicionais de manufatura sejam substituídos pela aditiva.

A fundição é um dos processos de alto custo e produção de resíduos – no qual se cria um molde, derrete-se o metal e solidifica-se a peça no formato desejado – que poderia ser substituído pela manufatura aditiva, diminuindo gastos e desperdícios. “A menos que os processos tradicionais evoluam, a manufatura aditiva tem muitas chances de tomar a frente da produção”, afirma o Coelho.

Os expositores também trataram dos desafios técnicos envolvidos na posição do Brasil diante da tecnologia e do que deve ser feito para sua disseminação. O professor acredita que o país poderia trabalhar em duas frentes: na reprodução do equipamento e suas aplicações e também na sua inovação. “Nós não inventamos o processo, mas poderíamos inventar e descobrir novas aplicações”, comentou.

Coelho considera que há um atraso de cerca de 10 anos na área de pesquisa em relação às desenvolvidas em outros países como Alemanha e Estados Unidos. “Temos menos de 10 impressoras 3D [industriais] no Brasil”, relatou.

A EESC tem o primeiro o laboratório em São Carlos que conta com uma impressora tridimensional para aplicações em polímeros dedicada a pesquisas aplicadas em manufatura aditiva.

A técnica na área de polímeros surgiu na década de 1970 e evoluiu de uma máquina de prototipagem – que criava protótipos de forma mais eficaz na produção de plástico. No final daquela década, os primeiros experimentos com metais começaram no Texas, em Austin, nos Estados Unidos. “Em 30 anos, a manufatura aditiva evolui mais que 100 anos da manufatura convencional”, comparou o professor.

Além do plástico, outros materiais como o metal e a cerâmica podem ser usados na impressão 3D, com aplicações em várias áreas, como na medicina regenerativa – na reconstituição de partes ósseas e cartilagens – como também em moldes plásticos, reduzindo o tempo de fabricação e melhorando a eficiência do processo. Outra possibilidade ainda em projeto é o uso em reparo de peças industriais.

Para o professor a manufatura aditiva possibilita novos horizontes na área de criação de projetos, pois permite testes de peças, que hoje estão restritos apenas para os projetos que tem viabilidade de produção. A redução gradativa do custo das impressoras 3D aumenta a viabilidade da utilização em cadeias de produção e pode impulsionar a disseminação do processo.

Por Keite Marques da Assessoria de Comunicação da EESC

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Palestra: Quais são as instituições econômicas necessárias para a prosperidade?

“Sociedade do conhecimento, inovação tecnológica e empreendedorismo: Quais são as instituições econômicas necessárias para a prosperidade?” O professor Ronald Otto Hillbrecht, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), buscará responder a essa questão em uma palestra que ocorrerá no dia 26, às 19 horas, no Anfiteatro Armando Toshio Natsume do Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação (SEL) da Escola de Engenharia de São Carlos da USP (EESC-USP). Dedicado aos alunos de engenharia e demais interessados no tema, o evento é promovido pela EESC e pelo Instituto Millenium e fará parte do programa Imil na Sala de Aula – uma atividade do Instituto que visa discutir com os jovens valores como liberdade, estado de direito, economia de mercado e democracia. Hillbrecht é professor do curso de Economia da UFRGS. Entre 1994 e 1997 ministrou aulas de Economia, Macroeconomia, Moeda e Bancos e Economia Institucional na Universidade de São Paulo (USP). É autor do livro Economia Monetária (Ed. Atlas, 1999), doutor em Teoria Econômica pela Universidade de Illinois, nos EUA e mestre em Economia pela USP. Tem interesse especial pelas áreas de política monetária e política econômica. Resumo

Ao longo da história da humanidade, prosperidade material e crescimento econômico são fenômenos recentes, sendo que apenas alguns poucos países conseguiram enriquecer e gerar inclusão social. As últimas décadas têm mostrado a importância da globalização, do conhecimento, da inovação tecnológica e do empreendedorismo para a prosperidade das nações. Essa palestra visa explorar seu determinante institucional, ou seja, qual ambiente econômico que provê os incentivos corretos para crescimento econômico e prosperidade. Serão também avaliadas as perspectivas futuras do Brasil, considerando as barreiras ao desenvolvimento e oportunidades a serem exploradas. O Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação (SEL) localiza-se no campus 1 da USP em São Carlos, sito à Av. Trabalhador são-carlense, 400.

Para mais informações, entre em contato por meio do telefone (16) 3373-9365 ou e-mail ee@sc.usp.br.

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Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica da EESC-USP abre inscrições para o segundo semestre

Até o dia 16 de maio estão abertas as inscrições para o Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica (PPGEM) da Escola de Engenharia de São Carlos da USP (EESC-USP), o qual oferece vagas para os cursos de mestrado e doutorado com início no segundo semestre de 2014. Tendo formado mais de 600 mestres e 300 doutores, o Programa – atualmente um dos sete em Engenharia Mecânica no país com conceito Capes maior ou igual a 6 – visa gerar recursos humanos qualificados para atuar em pesquisa e desenvolvimento na área de Engenharia e Ciências Mecânicas e é composto pelas seguintes áreas de concentração e linhas de pesquisa: – Área de concentração: AeronavesLinhas de pesquisa: Aerodinâmica e Aeroacústica; Aeroelasticidade e Dinâmica de Vôo; e Estruturas Aeronáuticas.- Área de concentração: Dinâmica de Máquinas e SistemasLinhas de pesquisa: Dinâmica de Máquinas; Mecatrônica e Instrumentação; e Vibrações e Acústica.- Área de concentração: ManufaturaLinhas de pesquisa: Automação da Manufatura; Planejamento e Simulação de Sistemas de Manufatura; e Processos de Manufatura.- Área de concentração: MateriaisLinhas de pesquisa: Engenharia de Superfície; Mecânica da Fratura e Fadiga dos Materiais; e Tratamento Térmico, Tribologia e Soldagem.- Área de concentração: Projeto MecânicoLinhas de pesquisa: Metrologia; Projeto de Máquinas; e Tribologia e Novos Materiais.- Área de concentração: Térmica e FluidosLinhas de pesquisa: Energia e Poluição; Escoamentos Multifásicos; e Motores de Combustão Interna. O processo seletivo consistirá de análise curricular e exame de ingresso, conforme os termos estabelecidos no Edital. Todos os currículos dos candidatos serão analisados pela Comissão de Seleção e será levada em consideração a adequação do perfil do candidato aos estudos vinculados ao PPGEM. Alunos em regime de dedicação integral podem se candidatar a bolsas de estudo. O Edital, a ficha de inscrição e a relação dos documentos necessários encontram-se na página www.eesc.usp.br/ppgem. Para mais informações entre em contato com a Secretaria do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica da EESC, localizada no campus 1 da USP em São Carlos, sito à Av. Trabalhador São-Carlense, 400, Caixa Postal Nº 369, telefones (16) 3373-9401, fax (16) 3373-9402 e e-mail posgrem@sc.usp.br.

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Primeiro Workshop Latino-Americano de Bio-Hidrogênio recebe inscrições

Estão abertas as inscrições para o 1º Workshop Latino-Americano de Bio-Hidrogênio promovido pelo Laboratório de Processos Biológicos da Escola de Engenharia de São Carlos da USP (EESC-USP). O evento ocorrerá de 28 a 30 de julho, no espaço The Palace Eventos, em São Carlos. O Workshop é de caráter multidisciplinar e tem por objetivo apresentar os mais recentes avanços na área de biotecnologia para a produção de bio-hidrogênio. Contará com a presença de palestrantes de diversos países como Uruguai, Chile, México, Argentina, Brasil e Portugal. O desenvolvimento do projeto temático de Produção de Bioenergia no Tratamento de Águas Residuárias e Adequação Ambiental dos Efluentes e Resíduos Gerados destacou os docentes do campus da USP em São Carlos, da Escola de Engenharia Mauá (EEM), da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e do Instituto Mauá de Tecnologia (IMT) pela participação na rede latino-americana de bio-hidrôgenio e resultou na realização do Workshop em São Carlos. A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Hidráulica e Saneamento da EESC-USP e membra do projeto, professora Maria Bernadete Varesche, afirmou que o objetivo do evento é expor ao público as novidades que estão sendo desenvolvidas nessa linha de pesquisa, como também as alternativas de processos de bio-hidrogênio. “A troca de conhecimentos nos motivou a reunir os pesquisadores que atualmente estão envolvidos na rede de estudos para apresentarem suas contribuições e inovações”, relatou a docente. Os avanços alcançados nos últimos anos na área de tratamento biológico de águas residuárias municipal e industrial vêm sendo sustentados por pesquisas básicas e aplicadas que envolvem, principalmente, os aspectos fundamentais dos processos e o desenvolvimento de biorreatores inovadores. Essa abordagem permite que a água residuária seja considerada como matéria-prima para um processo biotecnológico que pode gerar energia e produtos de alto valor agregado, além de cumprir com a função primordial de controle da poluição ambiental. As vagas para participar do Workshop são limitadas e o público-alvo compreende estudantes, pesquisadores, professores e outros profissionais do setor. O valor do investimento com desconto até o dia 31 de maio é de R$ 250,00; após essa data o valor será de R$ 300,00. O prazo final para realizar a inscrição é o dia 13 de junho. O evento terá o formato de palestras, mesas redondas e apresentação de pôsteres, e a data limite para o envio dos resumos de trabalhos é o dia 30 de maio. Mais informações podem ser obtidas através do site www.lpb.eesc.usp.br/wlabh2.

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Representante do BNDES apresenta novo serviço de solução tecnológica

A Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) convidam todos os interessados para participarem da palestra BNDES Solução Tecnológica, que será realizada no dia 7 de maio, às 16h30, no Anfiteatro Mori Seiki do Núcleo de Manufatura Avançada (NUMA).

O objetivo do evento é apresentar o novo serviço Solução Tecnológica do BNDES, que apoia a inovação através do financiamento de atividades de transferência de novas tecnologias, patenteadas ou não, para empresas interessadas.

A palestra contará com a presença do chefe do Departamento da Área de Operações Indiretas do BNDES, Edson Moret de Carvalho, o qual apresentará o funcionamento do novo serviço, bem como as informações operacionais gerais para sua utilização. Ao final da exposição haverá espaço para discussão e esclarecimentos de dúvidas. O encontro objetiva auxiliar os pesquisadores de São Carlos e região na comercialização de seus produtos ao aproximá-los às empresas que demandam tecnologia, fomentando assim o ambiente inovador na cidade. A palestra é aberta a todos os interessados, que podem realizar sua inscrição pelo site www.inovapm.com.br.

O NUMA localiza-se no campus 1 da USP em São Carlos, sito à Av. Trabalhador são-carlense, 400, CEP 13566-590. Mais informações pelo telefone (16) 3373-8234 ou e-mail lucaspcgomes@sc.usp.br.

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