Departamento de Hidráulica e Saneamento das EESC-USP seleciona dois professores temporários

De 26 de janeiro a 4 de fevereiro estarão abertas as inscrições para o processo seletivo referente ao Edital 2/2015 da Escola de Engenharia de São Carlos da USP (EESC-USP), que visa preencher duas vagas de docente temporário no Departamento de Hidráulica e Saneamento.

As oportunidades são para assumir o cargo de professor contratado, nível III – com jornada de trabalho de 12 horas semanais e salário de R$ 1.674,98 –, cuja atribuição é ministrar disciplinas na área de hidráulica e hidrologia. A contratação será por prazo determinado. As inscrições podem ser feitas, pessoalmente ou por procuração, das 8 às 11 horas e das 14 às 17 horas no Serviço de Assistência aos Colegiados da EESC-USP, localizado no 1º andar do Bloco E-1, campus 1 da USP em São Carlos, situado na Av. Trabalhador são-carlense, 400. Para obter o edital e mais informações sobre o concurso, acesse o site www.eesc.usp.br, (Acesso rápido / Editais). Para mais informações entre em contato com o Serviço de Assistência aos Colegiados da EESC-USP pelo telefone (16) 3373-9231 ou e-mail colegiados@eesc.usp.br

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Link direto para o edital:

http://www.eesc.usp.br/portaleesc/attachments/article/2087/eesc_edital_02.2015_professor_contratado_iii_shs_abertura_e_provas.pdf

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Projeto da USP para alcançar o desperdício zero de alimentos tem destaque em concurso da ONU

O projeto de ação “Reduzir & Repensar”, desenvolvido nos restaurantes universitários do campus da USP em São Carlos com o objetivo de diminuir o desperdício de alimentos pelos usuários do serviço, ganhou destaque no concurso “PensarComerConservar”, promovido através da iniciativa “Save Food”, uma parceria entre o Programa para o Meio Ambiente e a Organização para Alimentação e Agricultura, ambos vinculados à Organização das Nações Unidas (ONU).

O concurso teve como finalidade investir esforços com o objetivo de difundir projetos e catalisar mais setores da sociedade para se tornarem conscientes e partirem para a ação, com base na troca de ideias inspiradoras e estudos de caso entre partes já envolvidas e potenciais parceiros. O trabalho figurou entre dez os finalistas e foi premiado com a primeira menção honrosa, ficando em quarto lugar dentre os 470 projetos de estudantes de escolas dos três níveis de ensino – fundamental, médio e universitário – de aproximadamente 80 países. Intitulado como “Projeto Educativo para Minimização de Resíduos Sólidos para os Restaurantes Universitários dos Campi de São Carlos da Universidade de São Paulo”, o trabalho é coordenado pelo professor Fernando César Almada Santos, do Departamento de Engenharia de Produção (SEP) da Escola de Engenharia de São Carlos da USP (EESC-USP), e pela coordenadora executiva do Programa EESC Sustentável, Patrícia Cristina Silva Leme. A pesquisa também conta com apoio do programa USP Recicla, da Prefeitura do Campus e da nutricionista do Restaurante Universitário, Claudia Paschoalino, e sua equipe. Dentre as ações do projeto, o levantamento de informações sobre o consumo e desperdício foi a base de todo o trabalho, mas o objetivo principal foi alterar os valores culturais dos usuários, focando em questões éticas, afetivas, emocionais e de cultura que extrapolam qualquer cartilha. Para Almada o reconhecimento da ONU comprova a excelência e a importância do trabalho. “É uma evidência de que estamos atendendo a sociedade e, do ponto de vista de extensão, é um atendimento à população, talvez da forma mais nobre possível”, afirmou o docente. Patrícia ainda destacou a importância de o campus servir como laboratório para as boas práticas socioambientais. “Desta forma a universidade cumpre todo o papel de extensão, aprendizado e pesquisa”, ressaltou. Para o estudo, os alunos de graduação Maicom Brandão, Bruna Viana, Francis Fanali e Marcela Marzochi foram a campo para realizar o levantamento de dados e as intervenções no restaurante. Com mais tempo de participação na equipe, Brandão, que é estudante do curso de Engenharia de Produção, destacou como o trabalho alcançou resultados significativos focando nas atividades educativas e de conscientização, sem a necessidade de envolver tecnologias. Apesar do objetivo do projeto ser o desperdício zero, a equipe compreende que o patamar de 25 gramas por pessoa é um resíduo aceitável para esse tipo de restaurante. Em 2006, quando se passou a focar especificamente no desperdício de alimentos pelos usuários, foi constatado que iam para o lixo 83 gramas por pessoa, enquanto que em outubro de 2014 essa quantidade caiu para 38 gramas. A estimativa é que se deixou de desperdiçar 12 toneladas de alimentos não consumidos. A interação dos estudantes com os usuários e as ações educativas são experiências novas para os futuros engenheiros envolvidos no projeto. “Expandir a visão e conhecer outras áreas além da engenharia faz parte dos desafios que encontramos hoje. Nada mais é independente: tudo demanda um conjunto de conhecimentos, e ter noção de que eles estão inter-relacionados é fundamental para qualquer profissional do futuro”, afirmou Brandão. Segundo Patrícia, o projeto no restaurante começou em 2003, através do programa USP Recicla, pelos alunos de graduação – que atualmente recebem recursos da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP –, e compreendia o estudo do desperdício geral de materiais, do perfil dos frequentadores da estrutura do restaurante e da equipe que nele trabalhava. Naquela época, uma ação que antecedeu a atividade do projeto “Reduzir & Repensar” foi a substituição de copos descartáveis por canecas duráveis, a qual obteve um impacto e aceitação positiva, servindo de referências a outras universidades e instituições da cidade. De acordo com a equipe, o projeto continuará em desenvolvimento na intenção de cada vez mais se aproximar da meta do desperdício zero, mantendo o diagnóstico de retirada e pesagem dos resíduos. Para tanto, está em planejamento a ampliação das atividades socioambientais – com cartazes, palestras, ações educativas e de conscientização, entre outras – voltadas aos usuários dos restaurantes localizados nas duas áreas do campus da USP em São Carlos. O projeto possibilita também que interessados no trabalho candidatem-se como voluntários para contribuir nas atividades e diagnóstico. Aqueles que desejarem participar devem encaminhar uma mensagem ao e-mail de um dos coordenadores – almada@sc.usp.br e pazu@sc.usp.br – para obterem mais informações. Por Assessoria de Comunicação da EESC-USP

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Legenda: Da esquerda para a direita: Patrícia Leme, Maicom Brandão e o professor Fernando César Almada Santos. Foto: Assessoria de Comunicação da EESC-USP.———————————————————————————–

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Concurso para professor doutor no Departamento de Engenharia Aeronáutica da EESC-USP

A Escola de Engenharia de São Carlos da USP (EESC-USP) lançou o Edital ATAc 77/2014 de abertura de concurso público de títulos e provas para um cargo de professor doutor, referência MS-3.1, em regime de dedicação exclusiva à docência e à pesquisa, no Departamento de Engenharia Aeronáutica, para a área de conhecimento Aviônica, Navegação e Sistemas de Controle de Aeronaves.

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Premiação do concurso de identidade visual do Simpósio de Resíduos Sólidos da EESC-USP

Na última sexta-feira, dia 12, ocorreu a cerimônia de premiação do concurso da marca para o 4º Simpósio de Resíduos Sólidos (SIRS), do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Resíduos Sólidos (Neper), vínculo ao Departamento de Hidráulica e Saneamento (SHS) da Escola de Engenharia de São Carlos da USP (EESC-USP). O concurso foi lançado ao público em geral de todo país com a finalidade de criação de uma identidade visual do evento, que ocorrerá em setembro de 2015.

De acordo com Victor José dos Santos Baldan, membro do Neper, o propósito da competição foi aproximar pessoas de áreas diferentes do Simpósio, além de criar uma identificação visual para as divulgações e materiais do encontro. “O objetivo foi criar uma imagem sem elementos tradicionais já empregados ao tema de resíduos sólidos, que se relacionasse com o evento e ao mesmo tempo com o público, assim como com os logotipos das empresas e instituições”, explicou Baldan. A escolha da marca do SIRS foi realizada pelas comissões organizadora e julgadora, que foram formadas por professores e alunos de pós-graduação, os quais são membros integrantes do Núcleo. A comissão organizadora, conduzida pelao professor Javier Mazariegos Pablos, do Instituto de Arquitetura e Urbanismo (IAU) da USP, recebeu 18 inscrições e, como cada candidato podia enviar até três imagens, no total foram analisadas 32 proposta para seleção das três melhores. A comissão julgadora contou com a supervisão do coordenador do Neper, professor Valdir Schalch, do Departamento de Hidráulica e Saneamento da EESC-USP. Foram analisados os aspectos de design visual, originalidade e criatividade e escolhido o trabalho mais inovador, que atendeu todos os requisitos estabelecidos e o tema principal do grupo de pesquisa. O vencedor do concurso, Denilson Roberth Umbelino, de 30 anos, de Joinville (SC), é graduado em designer gráfico com habilitação em programação visual pela Universidade da Região de Joinville (Univille) e trabalha em uma empresa na área de marketing, desenvolvendo o planejamento visual, catálogos, vídeos, sites e identidade visual. Acostumado em buscar desafios extras para as horas vagas, Umbelino já participou de diversos concursos a fim de agregar mais experiência e referência ao seu currículo. Descobriu a chamada para criação do logotipo após uma pesquisa na internet e já iniciou sua produção. Utilizando todas as referências disponíveis, técnicas e criatividade, o candidato desenvolveu cincos artes, das quais inscreveu três no concurso. Destas, duas foram classificadas na final, concedendo-lhe os primeiro e terceiro lugares. Com poucas informações sobre a área e nenhum contato com o grupo, Umbelino buscou inspiração nos conteúdos de sustentabilidade, educação ambiental e resíduos sólidos. “Diferente de outros temas que obrigatoriamente requerem um ícone principal inserido, o tema de resíduos sólidos não permite isso. Querendo fugir do óbvio, eu tive que buscar algo mais subliminar. As duas proposta que ganharam representaram a mesma coisa, mas de forma diferente. Tem uma que sempre deposita mais atenção, mais tempo e credibilidade e foi justamente o logotipo vencedor”, explicou. Umbelino comentou que a dupla vitória lhe trouxe um sentimento muito bom e o reconhecimento da dedicação ao trabalho desenvolvido. “Também tive a oportunidade de conhecer a EESC, novas áreas do conhecimento e pessoas que passarão a fazer parte do meu contato. As recompensas vão muito além do que o prêmio em si”, afirmou. O segundo lugar da classificação foi preenchido pela estudante de pós-graduação do Departamento de Hidráulica e Saneamento, Juliana Dorn Nóbrega, de 26 anos, que se interessou em participar do concurso por gostar de programas de diagramação e do próprio tema. Ela comentou que para elaborar o logotipo fez diversas pesquisas na internet para encontrar informação sobre os principais elementos associados à área. “São muitos os elementos que representam os resíduos sólidos e foi difícil incorporar todas as representações em apenas um logotipo, então busquei unir elementos que não focassem apenas em um resíduo e pudessem representar todos. A partir disso, tive várias ideias, porém o desafio maior ficou nos detalhes de finalização como cores, posições, e decidir entre mais ou menos elementos”. Juliana recebeu a menção honrosa pelo trabalho desenvolvido e disse estar muito contente com o prêmio. “Foi um trabalho legal de fazer, e não esperava ser classificada entre os três primeiros. Com certeza foi uma satisfação participar e ser escolhida entre os melhores trabalhos”. A proposta vencedora será utilizada na íntegra ou parcialmente em todas as peças de comunicação visual e divulgação dessa e das próximas edições do evento, que incluem, entre outras, pôsteres, ‘banners’, cartazes, envelopes, etiquetas, fôlderes, impressos, ofícios, materiais multimídia e páginas na internet.

Por Keite Marques da Assessoria de Comunicação da EESC-USP

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http://www.eesc.usp.br/portaleesc/images/noticias/2014/sirs/eesc_logotipo_sirs.png <logomarca vencedora>

http://www.eesc.usp.br/portaleesc/images/noticias/2014/sirs/eesc_sirs_concurso_logotipo3_site.jpg <Umbelino e professor Schalch>

http://www.eesc.usp.br/portaleesc/images/noticias/2014/sirs/eesc_sirs_concurso_logotipo5_site.jpg <Juliana e professor Pablos>

http://www.eesc.usp.br/portaleesc/images/noticias/2014/sirs/eesc_sirs_concurso_logotipo11_site.jpg <integrantes do Neper e vencedores do concurso>

http://www.eesc.usp.br/portaleesc/index.php?option=com_content&view=article&id=2068:estudante-de-joinville-vence-concurso-de-logotipo-do-simposio-de-residuos-solidos&catid=115&Itemid=164 <Mais fotos na galeria de imagens>

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EESC-USP sediou workshop da Força Aérea Norte Americana

A Escola de Engenharia de São Carlos da USP (EESC-USP) sediou nos dias 8 e 9 de dezembro, o “Workshop sobre Prognóstico e Mecânica Estrutural e Materiais Leves para Aplicação Aeroespacial”, que contou com a participação de membros do Southern Office of Aerospace Research and Development do Air Force Office of Scientific Research (SOARD/AFOSR), a Força Aérea dos Estados Unidos.

O evento foi organizado pelo Grupo de Estruturas Aeronáuticas e coordenado pelo professor Volnei Tita, ambos do Departamento de Engenharia Aeronáutica da EESC-USP, em cooperação com o Diretor do SOARD/AFOSR, engenheiro James Fillerup. O propósito do workshop foi discutir questões em torno das áreas de materiais e estruturas aeronáuticas e aeroespaciais, no intuito de firmar parcerias de pesquisa com a AFOSR, através do seu programa de financiamento de projetos fora dos EUA. “A proposta foi mostrar um pouco do que é desenvolvido no Brasil para os norte-americanos na área de novos modelos computacionais e matemáticos, bem como na área de novos materiais. Tudo isso pode gerar parceria e cooperação em projetos”, destacou Tita. O professor também comentou que o escritório da Força Aérea Norte-Americana tem um importante papel na integração de pesquisadores de diversas nacionalidades “Isso ocorre não apenas entre os brasileiros, mas também entre os pesquisadores de outros países durante a conferência anual em que todos os parceiros apresentam as pesquisas que estão ocorrendo na fronteira do conhecimento na área proposta no evento”, explicou. Durante este workshop, os membros do AFOSR apresentaram oportunidades de projetos de pesquisa nas seguintes áreas: “Multi-Scale Structural Mechanics and Prognosis; Low Density Materials e Origami Design for the Integration of Self-assembling Systems for Engineering Innovation (ODISSEI)”. O diretor da Força Aérea comentou que o tema estabelecido para o evento teve a intenção de revelar as pesquisas em andamento no campo, mas evidenciou que outras áreas também são de interesse do escritório. A meta principal foi identificar as temáticas em que pesquisadores brasileiros já estão trabalhando e que podem ser de potencial interesse para as atividades norte-americanas.

“Sob o meu ponto de vista, temos interesse em monitoramento da integridade de estruturas aeronáuticas, ‘flapping e morphing wings’, novas estruturas de voo, bem como em prognósticos e previsão de vida de estruturas aeronáuticas. No entanto, nós também temos grande interesse em materiais de baixa densidade e novas tecnologias de materiais compósitos para aplicação aeronáutica. Também há interesse em materiais resistentes à altas temperaturas, química, física, lasers e etc. De fato, estamos procurando por especialistas aqui no Brasil que possam nos auxiliar a preencher determinadas lacunas que temos nos EUA”, comentou o diretor do SOARD/AFOSR. Fillerup destacou que durante o workshop, a área de ‘origami design’ foi pouco abordada. No entanto, ficou evidenciado que outras áreas – como Mecânica das Estruturas, Modelos Matemáticos, Teorias de Falha e Simulação Computacional – são muito fortes no Brasil. Participaram também do evento profissionais de destaque no cenário nacional e internacional na área do tema, contando com apresentações de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual Paulista “Julio de Mesquita Filho” (UNESP), Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Universidade Federal de Uberlândia (UFU), Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI) e pela própria AFOSR, através do engenheiro David Stargel. Para o Stargel a o principal destaque do encontro foi poder reunir pesquisadores de diferentes universidades, pois um fórum como este possibilita a integração entre as pessoas que estão focadas individualmente em suas pesquisas. Para ele a possibilidade de criação de network e a relação entre os profissionais é o ponto chave que sustenta as atividades desenvolvidas em parceria no campo da ciência. “Estar presente no evento, com pesquisadores e alunos, ajuda a reforçar a rede de oportunidades e cooperação”, disse o pesquisador. A relação de parceria vem sendo construída ao longo dos últimos anos entre o AFOSR e as universidades brasileiras, e segundo Stargel o sucesso deste encontro demonstra que os pesquisadores estão bem entrosados. “O workshop mostrou a força da cooperação construída entre EUA e Brasil, e o aspecto mais positivo foi constatar a disponibilidade de vários pesquisadores para comparecerem ao evento e apresentarem seus trabalhos, demonstrando interesse em reforçar parcerias, ou então em criar novas”, comentou. Esta não é a primeira vez que a EESC-USP mantém contato com a Força Aérea Norte Americana. Os professores Tita e Marcello Faracco de Medeiros, também do Departamento de Engenharia Aeronáutica, têm desenvolvido projetos de cooperação com o AFOSR, reforçando assim a visibilidade internacional da Escola e incrementando o vetor de internacionalização da Universidade de São Paulo. “A força aérea norte americana trabalha com pesquisas de ponta e está sempre na fronteira do conhecimento, então os pesquisadores que obtêm um fomento deles, demonstra que sua pesquisa é de alto nível. Isso faz com que indústrias sejam atraídas, e queriam também participar e colaborar para tentar absorver o conhecimento, a fim de adquirir uma nova tecnologia, que poderá se transformar em uma inovação ou novo produto”, destacou Tita. Por Keite Marques da Assessoria de Comunicação da EESC-USP

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http://www.eesc.usp.br/portaleesc/images/noticias/2014/forca_aerea_usa/eesc_forca_aerea_norte_americana_volnei_tita_site.jpg <Professor Volnei Tita>

http://www.eesc.usp.br/portaleesc/images/noticias/2014/forca_aerea_usa/eesc_forca_aerea_norte_americana_volnei_tita_dean_site.jpg <Engenheiro James Fillerup>

http://www.eesc.usp.br/portaleesc/images/noticias/2014/forca_aerea_usa/eesc_forca_aerea_norte_americana_volnei_tita_david_site.jpg <Engenheiro David Stargel>

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Pesquisa desenvolvida na EESC-USP recebe prêmio no Chile

A pesquisadora Vânia Salvini recebeu o Prêmio ALAFAR 2014 em Santigo, no Chile, pela apresentação do trabalho “Better Designing and Evaluation of Insulating Foamed Ceramics”, desenvolvido no Departamento de Engenharia de Materiais (SMM) da Escola de Engenharia de São Carlos da USP (EESC-USP). O destaque foi oferecido pela Associação Latino-Americana dos Fabricantes de Artigos Refratários, pela contribuição no processamento e avaliação das propriedades de espumas cerâmicas para isolamento térmico em temperaturas elevadas.

O trabalho faz parte do projeto de pesquisa de pós-doutorado intitulado “Comportamento Mecânico de Materiais Cerâmicos Poroso” e contou com a supervisão dos professores Dirceu Spinelli (in memoriam) e Waldek Wladimir Bose Filho, do SMM – no estudo do comportamento de fratura de materiais cerâmicos porosos -, além do professor Victor Pandolfelli, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) – na área de propriedades termomecânicas de cerâmicas refratárias.

A pesquisa consiste no desenvolvimento do processo de fabricação e na análise do comportamento mecânico de espumas cerâmicas, que são materiais leves, de alta porosidade homogênea, elevada resistência mecânica e baixa condutividade térmica, que nesse projeto são produzidos utilizando-se tecnologias verdes e aditivos isentos de toxicidade.

Há diversas aplicações para estes materiais, tais como isolantes térmicos para fornos industriais, suportes porosos para liberação de medicamentos, biomateriais porosos para regeneração óssea, isolantes acústicos para construção civil, entre outros. Por ser um material versátil, sua composição química e porosidade podem ser moldadas de acordo com a aplicação final pretendida.

Na regeneração óssea, por exemplo, a espuma cerâmica deve apresentar poros interconectados e ser biocompatível. Já para isolamento térmico, o material deve ser resistente ao choque térmico cíclico e, preferencialmente, ser constituído por uma estrutura de microporos fechados.

A pesquisadora ressaltou a gratidão pelo prêmio recebido e disse que servirá como inspiração para próximas pesquisas. “É uma grande honra receber o reconhecimento do meu trabalho por uma organização industrial internacional na área dos materiais cerâmicos. Logicamente é um grande incentivo para continuar minhas pesquisas na área de cerâmicas porosas, inovando as técnicas de processamento desses materiais para usos em condições específicas”, destacou.

Para Waldek, que assumiu a coordenação do trabalho após o falecimento do professor Spinelli, o prêmio é um reconhecimento muito importante ao trabalho desempenhado pela pesquisadora, docentes e instituições. “A premiação é o resultado do desenvolvimento da pesquisa em laboratório na área de engenharia de materiais, que consequentemente destaca a qualidade de ensino da EESC e da UFSCar no contexto internacional”, ressaltou.

Os trabalhos premiados nessa edição serão publicados no volume 2 da revista “World Forum Ceramic Applications”, a qual será lançada em 2015, na Alemanha.

Por Keite Marques da Assessoria de Comunicação da EESC-USP

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Pesquisas da EESC-USP obtêm destaque em premiações

Comprovando a excelência das pesquisas realizadas na Escola de Engenharia de São Carlos da USP (EESC-USP), obtiveram destaque em duas premiações os trabalhos do grupo do professor Edmundo Rogério Esquivel, do Departamento de Geotecnia (SGS), e do pós-doutorando Edson Giuliani Ramos Fernandes, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Ciência e Engenharia de Materiais, do Departamento de Engenharia de Materiais (SMM).

O grupo do professor Esquivel foi vencedor na categoria Fundações da quarta edição do “Prêmio Milton Vargas”, através do trabalho intitulado “Energia no ensaio SPT”, tendo recebido um troféu original da premiação realizada no dia 16 de setembro, no Instituto de Engenharia, em São Paulo. Além do professor Esquivel, o trabalho teve também como autores o professor George de Paula Bernardes, da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP), Campus de Guaratinguetá, e a ex-aluna Juliana Azoia Lukiantchuki, a qual recebeu título de doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Geotecnia da EESC-USP em 2012. O Prêmio foi instituído pela revista Fundações & Obras Geotécnicas, da Editora Rudder, no ano de 2011 com o intuito de homenagear o engenheiro Milton Vargas pelo seu pioneirismo na área de mecânica dos solos no Brasil. O evento também tem como objetivo premiar os melhores trabalhos técnicos publicados e obras descritas pela revista durante o ano anterior ao ano da publicação, considerando as características de contribuição para o avanço da prática da engenharia e inovação dos trabalhos. “Esse prêmio agrega muita motivação às nossas carreiras como docentes e como pesquisadores porque significa o reconhecimento do trabalho desenvolvido nos últimos cinco anos. Além do mais, nos foi oferecida a oportunidade de divulgar o nosso trabalho ao mundo não acadêmico, reforçando a imagem da EESC no mercado de trabalho”, afirmou Esquivel. Prêmio Tese Destaque USP O pesquisador de pós-doutorado Edson Giuliani Ramos Fernandes, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Ciência e Engenharia de Materiais, do SMM, foi contemplado com uma Menção Honrosa no Prêmio Tese Destaque USP. A tese intitulada “Imobilização de enzimas em plataformas (sub) microestruturadas para aplicação em biossensores” teve orientação do professor Valtencir Zucolotto, do Instituto de Física de São Carlos, e a cerimônia de premiação será realizada na USP, em São Paulo, no próximo dia 16 de dezembro. O Prêmio é oferecido pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação da USP e busca evidenciar as teses de doutorado de destaque da Universidade de forma a estimular a constante busca pela excelência na pesquisa, concedendo-se um Prêmio Tese Destaque USP e duas Menções Honrosas por cada grande área de conhecimento.

Pela Assessoria de Comunicação da EESC-USP

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A EESC-USP e o Dia do Engenheiro: Os desafios da profissão

O que é ser um engenheiro? Para além de ser apenas um profissional que cria e desenvolve projetos com base em cálculos matemáticos e científicos, a profissão apresenta desafios constantes de atuação em diversas áreas do conhecimento em prol do desenvolvimento social e sustentável.

O engenheiro utiliza seus conhecimentos técnicos e empíricos para resolver, adaptar, desenvolver e aperfeiçoar mecanismos, produtos, estruturas e processos, a fim de atender a demanda da sociedade, seja no campo, na cidade ou até no espaço sideral. Pode ser difícil definir a extensão do seu trabalho, porém perceber sua importância é algo muito simples. Diversos produtos e serviços que revolucionaram nossas vidas saíram de suas astutas mentes criativas, como automóveis, eletrodomésticos, edifícios, instrumentos médicos, satélites, navios, citando apenas alguns exemplos. Resgatando a fala do primeiro diretor da Escola de Engenharia de São Carlos da USP (EESC-USP) , professor Theodoreto de Arruda Souto, esse profissional procura a verdade científica e estuda a técnica de adaptação das energias da natureza a serviço da humanidade. Porém, atualmente, além dessas capacidades, para ser um bom profissional no ramo são necessárias as habilidades de gestão, comunicação, liderança e trabalho em equipe. A sustentabilidade também é um novo desafio para a área. O atual diretor da Escola, professor Geraldo Roberto Martins da Costa, afirmou que ser um engenheiro é saber do seu importante papel perante a sociedade, apresentando inovação e soluções a partir de todo conhecimento adquirido na universidade. “O caráter de um bom profissional deve estar presente no cotidiano e no compromisso de trabalhar incansavelmente para oferecer o melhor do seu conhecimento”, ressaltou. Os engenheiros quebram paradigmas e alteram nossa forma de viver com suas criações. Muitos sonham com produtos e serviços e dedicam sua vida a alcançá-los, e isso é parte de ser engenheiro, como afirma Lucas Fonseca, ex-aluno da EESC-USP que recentemente ficou conhecido por ser o brasileiro que participou da missão Rosetta. “O momento em que ingressei na universidade significou abrir as portas para desenvolver todos os projetos incríveis que fantasiei durante minha infância. Tinha o sonho de trabalhar na NASA, provavelmente como muitos outros estudantes de engenharia, e acreditava que poderia buscar esse caminho através de uma boa escola e muita dedicação de minha parte”, explicou Fonseca. Após ter integrado por três anos o time da Agência Aeroespacial Europeia que pousou uma sonda em um cometa, o engenheiro resolveu retornar ao Brasil e empreender na área de pesquisa e desenvolvimento no ramo aeroespacial, sendo co-fundador da empresa Airvantis. Além disso, também criou um grupo para ajudar outros estudantes a sonharem alto. “Para manter a esperança em nossos alunos de que projetos incríveis são possíveis, resgatei a mesma vontade que tive com o grupo de robótica, mas dessa vez como orientador, e auxiliei na fundação de um grupo voltado para pesquisas espaciais: o Zenith. O grupo completa dois anos em fevereiro de 2015 e continuamos com a nossa modesta meta de posicionar uma pequena sonda acadêmica numa orbita próxima à Lua”, comentou Fonseca. Para o estudante de graduação do curso de Engenharia de Materiais e Manufatura, Joaquim Manoel Justino Netto, ser engenheiro é viver a arte de combinar porções adequadas de teoria e prática com o objetivo de dar forma aos pensamentos, trazendo-os do mundo das ideias para mundo real, a fim de melhorar vidas. Justino obteve destaque ao participar de uma pesquisa patenteada que desenvolveu uma nova agulha para procedimentos laparoscópicos, durante um período de estágio na Nottingham Trent University, no Reino Unido. “Desafios são constantes na carreira de engenharia. Já durante a graduação temos que conciliar uma carga horária pesada com as atividades não acadêmicas e depois, ao término do curso, nem sempre é fácil decidir que rumo tomar ao se inserir no mercado. Mas são dos desafios que vêm o contentamento e é inspirador saber que seu trabalho é capaz reinventar a realidade, por mais difícil que seja”, falou estudante. Números da EngenhariaNo Brasil, engenheiros são bastante demandados. Um relatório do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apontou que o país precisará de 600 mil a 1,15 milhão deles para atender à expectativa das indústrias até 2020. Cenário que não se limita ao mercado brasileiro: o engenheiro é o 2º profissional mais escasso do mundo, de acordo com uma recente pesquisa do Manpower Group. Nesse contexto a Escola de Engenharia de São Carlos desempenha o importante papel de formação de profissionais de alta qualidade, tendo graduado 9.351 engenheiros até setembro de 2014, os quais atuam no no mercado de trabalho ou na carreira acadêmica, no Brasil e em diversas partes do mundo. O interesse e a valorização do mercado têm influenciado na procura por cursos de graduação na área. No vestibular de 2015, o curso de Engenharia da Civil da EESC-USP, por exemplo, foi a quarta opção mais concorrida da FUVEST, com a inscrição de mais de 30 candidatos por vaga. A procura cresceu muito desde 2005, quando a concorrência era de menos de 10 candidatos por vaga, um aumento de 308% em 10 anos. A formação oferecida pela Escola abrange diversas áreas da engenharia, com 10 cursos de graduação e outros 10 programas de pós-graduação, todos com nível de excelência. Sem fugir a essa regra, formam-se neste fim de ano os primeiros alunos do curso de Engenharia de Materiais e Manufatura, curso criado em 2008 sob a responsabilidade do Departamento de Engenharia de Materiais. A EESC-USP parabeniza todos atuais e futuros engenheiros neste dia 11 de dezembro, Dia do Engenheiro. Por Keite Marques da Assessoria de Comunicação da EESC-USP

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Créditos: Natália Nicola

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Referências do texto:

Missão Rosetta http://www.eesc.usp.br/portaleesc/index.php?option=com_content&view=article&id=1985:ex-aluno-da-eesc-participou-da-missao-aeroespacial-da-sonda-rosetta&catid=115&Itemid=164 

Nova agulha para procedimentos laparoscópicoshttp://www.eesc.usp.br/portaleesc/index.php?option=com_content&view=article&id=2017:aluno-da-escola-participou-da-criacao-de-novo-instrumento-cirurgico&catid=115&Itemid=164 

Pesquisa Ipeahttp://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=10455&catid=270 

Pesquisa Manpower Grouphttp://www.manpowergroup.com/talent-shortage-explorer/#.VIhNOtLF98F 

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Segurança hídrica é tema de projeto para internacionalização da pós-graduação da EESC-USP

Numa época em que muitas regiões enfrentam escassez de água e falta de chuvas, é indispensável estabelecer iniciativas de políticas públicas com a contribuição de universidades em pesquisas na área de segurança hídrica. Nesse sentido, a Escola de Engenharia de São Carlos da USP (EESC-USP) desenvolve, através do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Hidráulica e Saneamento (PPG-SHS), um projeto para ajudar municípios paulistas frente a situações extremas, cada vez mais presentes com as mudanças climáticas globais.

O Programa é oferecido pelo Departamento de Hidráulica e Saneamento (SHS), e o projeto temático coordenado pelo professor Eduardo Mario Mendiondo, também do SHS, recebe o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). O docente explicou que o projeto tem como objetivo oferecer subsídios para políticas públicas no Estado de São Paulo e no Brasil, a partir de municípios pilotos que funcionam como experimentos demonstrativos. Já participam as cidades de Santos, São Paulo, Campinas, Taubaté, Rio Claro e São Carlos. “Em todos os municípios pilotos a segurança hídrica é essencial e central”, destacou Mendiondo. A produção também atraiu potenciais parceiros internacionais. Em um primeiro encontro, ocorrido em 2011, no SHS, docentes Arjen Hoekstra e Maarten Krol da Universiteit Twente, da Holanda, visitaram Mendiondo e demonstraram interesse mútuo em realizar o intercâmbio acadêmico e missões de pesquisas por meio de um convênio internacional e a parceria na coordenação. “O propósito de intercâmbio, especialmente com instituições do exterior como a Universiteit Twente, promove os pilares de internacionalização, inovação e interdisciplinaridade. Também foram convidadas ao projeto, em 2014, a Kyoto University, do Japão, University of Connecticut e Texas A&M University, dos EUA”, explicou Mendiondo. Ampliando as discussões, o professor Krol foi convidado novamente para visitar a Escola e proferir a palestra Sustentabilidade de Recursos Hídricos: Oportunidades Acadêmicas entre Universidade de Twente e EESC-USP, no dia 21 de novembro, com a finalidade de apoiar o programa de internacionalização do PPG-SHS. A palestra apresentou as intenções de consolidar o intercâmbio de alunos e pesquisadores em 2015 para o desenvolvimento do programa, usando oportunidades com iniciativas vigentes, visando fortalecer a área de segurança frente a extremos hídricos. Krol é especialista reconhecido internacionalmente pelos seus trabalhos relacionados a vulnerabilidade, impactos e adaptação na área de recursos naturais, integrando setores diversos e visando à sustentabilidade e resiliência de sistemas complexos. Segundo Mendiondo, as pesquisas ocorrem há quatro anos, com resultados já enviados a FAPESP e publicados em artigos científicos. O convênio internacional deverá ser assinado em breve, assim que os processos sejam aceitos nos colegiados pertinentes. Além disso, em adição aos artigos já publicados, neste mês serão entregues mais produtos: atlas, glossário e site, também produzidos pelo projeto. Informações adicionais podem ser acessadas no site da Fundação: www.fapesp.br. A partir de janeiro de 2015 os resultados locais do município de São Carlos serão disponibilizados pelo Núcleo Integrado de Bacias Hidrográficas do SHS, em parceria com o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastre Naturais (CEMADEN) e Ministério de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Por Keite Marques da Assessoria de Comunicação da EESC-USPFoto: Keite Marques

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Fotos para download:

http://www.eesc.usp.br/portaleesc/images/noticias/2014/eesc_palestra_maarten_krol_shs.JPG 

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