{"id":18665,"date":"2021-03-23T09:40:31","date_gmt":"2021-03-23T12:40:31","guid":{"rendered":"https:\/\/www.eesc.usp.br\/comunicacao\/?p=18665"},"modified":"2021-04-08T07:54:08","modified_gmt":"2021-04-08T10:54:08","slug":"cientistas-utilizam-tvs-e-computadores-antigos-na-fabricacao-de-pecas-ceramicas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/?p=18665","title":{"rendered":"Cientistas utilizam TVs e computadores antigos na fabrica\u00e7\u00e3o de pe\u00e7as cer\u00e2micas"},"content":{"rendered":"<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Trabalho realizado na USP deu novo destino a equipamentos eletr\u00f4nicos cujo descarte irregular pode prejudicar o meio ambiente\u00a0\u00a0<\/span><\/i><\/p>\n<figure id=\"attachment_18667\" aria-describedby=\"caption-attachment-18667\" style=\"width: 780px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-18667 size-large\" src=\"https:\/\/www.eesc.usp.br\/comunicacao\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/Foto-1-1024x683.jpg\" alt=\"\" width=\"780\" height=\"520\" srcset=\"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/Foto-1-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/Foto-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/Foto-1-768x512.jpg 768w, https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/Foto-1-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/Foto-1-2048x1365.jpg 2048w, https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/Foto-1-272x182.jpg 272w\" sizes=\"auto, (max-width: 780px) 100vw, 780px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-18667\" class=\"wp-caption-text\">Professor Eduardo coordenou o estudo desenvolvido na USP. Foto: Henrique Fontes\/EESC<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Com a constante evolu\u00e7\u00e3o da tecnologia utilizada nas atuais TVs e computadores dispon\u00edveis no mercado, os \u201cjur\u00e1ssicos\u201d monitores e televisores de tubo praticamente desapareceram, embora muitas pessoas ainda possuam tais equipamentos em casa. O descarte inconsciente desses aparelhos tem prejudicado o meio ambiente, por isso encontrar solu\u00e7\u00f5es sustent\u00e1veis para reaproveit\u00e1-los \u00e9 fundamental para proteger a natureza e, dependendo da aplica\u00e7\u00e3o, at\u00e9 contribuir com as ind\u00fastrias. Um novo destino para esses produtos foi proposto por pesquisadores da Escola de Engenharia de S\u00e3o Carlos (EESC) da USP, que desenvolveram um novo esmalte para revestimentos cer\u00e2micos feito com o vidro das telas das TVs de tubo e de monitores de computadores antigos. Al\u00e9m de ser uma nova op\u00e7\u00e3o de reciclagem para o lixo eletr\u00f4nico, o produto tem o processo de produ\u00e7\u00e3o mais barato, consome menos energia e ainda \u00e9 feito de forma mais r\u00e1pida se comparada \u00e0 convencional encontrada no mercado.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os cientistas criaram uma nova receita para os esmaltes cer\u00e2micos, que normalmente s\u00e3o compostos de p\u00f3 de argila, p\u00f3 de caulim e p\u00f3 de frita \u2013 a mat\u00e9ria-prima mais cara na produ\u00e7\u00e3o do esmalte, usada para dar liga no produto ap\u00f3s a queima. Os autores da pesquisa substitu\u00edram 20% da frita pelo vidro do painel dos equipamentos, um dos tr\u00eas diferentes tipos de vidro que comp\u00f5em os tubos de aparelhos televisores e monitores, e, assim, encontraram uma finalidade para esse res\u00edduo que antes poderia poluir o meio ambiente, pois o tubo n\u00e3o desmontado corretamente carrega subst\u00e2ncias t\u00f3xicas.\u00a0<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_18668\" aria-describedby=\"caption-attachment-18668\" style=\"width: 780px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-18668 size-large\" src=\"https:\/\/www.eesc.usp.br\/comunicacao\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/Tv-antiga-descarte-1024x682.jpg\" alt=\"\" width=\"780\" height=\"519\" srcset=\"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/Tv-antiga-descarte-1024x682.jpg 1024w, https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/Tv-antiga-descarte-300x200.jpg 300w, https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/Tv-antiga-descarte-768x512.jpg 768w, https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/Tv-antiga-descarte-272x182.jpg 272w, https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/Tv-antiga-descarte.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 780px) 100vw, 780px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-18668\" class=\"wp-caption-text\">O descarte inadequado de TVs antigas pode prejudicar o meio ambiente. Foto: Pixabay<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O professor Eduardo Bellini Ferreira, docente do Departamento de Engenharia de Materiais (SMM) da EESC e coordenador da pesquisa que resultou na inova\u00e7\u00e3o, explica que o esmalte cer\u00e2mico \u00e9 o respons\u00e1vel por proteger as pe\u00e7as, sejam elas um azulejo, uma caneca ou um vaso sanit\u00e1rio, por exemplo. \u201cO esmalte tem fun\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas e est\u00e9ticas. Ele impermeabiliza e d\u00e1 durabilidade \u00e0 pe\u00e7a. Se a cer\u00e2mica n\u00e3o for esmaltada, ela vai sugar qualquer l\u00edquido que entre em contato. Al\u00e9m de manchar o produto, \u00e9 muito anti-higi\u00eanico\u201d, afirma o pesquisador.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para chegar \u00e0 inova\u00e7\u00e3o, os pesquisadores testaram diferentes quantidades de vidro reciclado no lugar da frita at\u00e9 encontrar o ponto ideal. Eles contaram com a ajuda de ferramentas computacionais que calculam as propriedades das composi\u00e7\u00f5es baseadas em milhares de dados encontrados na literatura cient\u00edfica. \u201cO software nos d\u00e1 mais seguran\u00e7a e prev\u00ea os par\u00e2metros necess\u00e1rios para que o esmalte n\u00e3o perca suas propriedades\u201d, explica Eduardo. Depois de produzir a subst\u00e2ncia para substituir a frita nos laborat\u00f3rios da USP, o novo esmalte foi testado em parceria com o Centro Cer\u00e2mico do Brasil (CCB), localizado em Santa Gertrudes, a aproximadamente 70 km de S\u00e3o Carlos. Na cidade, a solu\u00e7\u00e3o foi aplicada em cer\u00e2micas simulando um processo industrial. \u201cO nosso esmalte passou pelo teste de qualidade. Ficou transparente e se fixou sem formar bolhas nas pe\u00e7as. O estudo mostrou que \u00e9 poss\u00edvel descartar corretamente e reaproveitar os res\u00edduos dos monitores e das TVs antigas na ind\u00fastria cer\u00e2mica\u201d, comemora o docente.\u00a0<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_18669\" aria-describedby=\"caption-attachment-18669\" style=\"width: 948px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-18669 size-full\" src=\"https:\/\/www.eesc.usp.br\/comunicacao\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/Padrao-Teste.jpg\" alt=\"\" width=\"948\" height=\"783\" srcset=\"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/Padrao-Teste.jpg 948w, https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/Padrao-Teste-300x248.jpg 300w, https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/Padrao-Teste-768x634.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 948px) 100vw, 948px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-18669\" class=\"wp-caption-text\">O novo esmalte produzido na USP (que reveste a pe\u00e7a da direita) apresentou a mesma qualidade dos tradicionais. Foto: Raul Revelo\/Arquivo pessoal<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O especialista em engenharia de materiais conta que n\u00e3o \u00e9 simples reciclar os vidros encontrados em tubos de TVs antigas e monitores de computadores, j\u00e1 que na composi\u00e7\u00e3o destes aparelhos h\u00e1 subst\u00e2ncias t\u00f3xicas. \u201cN\u00e3o \u00e9 qualquer pessoa que pode abrir este tipo de equipamento\u201d, ressalta. De acordo com o estudo, estima-se que em todo o mundo apenas 26% deste tipo de material descartado seja reciclado; 59% do total s\u00e3o aterrados e 15% incinerados. No Brasil, o \u00edndice reciclado \u00e9 bem menor.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para Eduardo, a r\u00e1pida evolu\u00e7\u00e3o na tecnologia de monitores acelerou a busca por estrat\u00e9gias para reciclar o vidro dessas telas em larga escala, mas a implementa\u00e7\u00e3o dessas novidades encontra muitos desafios no mercado. \u201cFalta planejamento. \u00c9 muito dif\u00edcil para uma empresa criar um processo de reuso em cima de um produto eletr\u00f4nico, sendo que daqui a alguns anos isso muda. E a\u00ed, aquele investimento enorme \u00e9 perdido. Quem produz precisa ser respons\u00e1vel por pensar na composi\u00e7\u00e3o dos materiais de uma forma que depois seja vi\u00e1vel a reciclagem\u201d, defende o cientista. \u201cMuitos monitores foram enterrados causando grande impacto ambiental por falta de reciclagem. Al\u00e9m disso, estamos perdendo dinheiro\u201d, alerta.\u00a0\u00a0<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_18670\" aria-describedby=\"caption-attachment-18670\" style=\"width: 780px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-18670 size-large\" src=\"https:\/\/www.eesc.usp.br\/comunicacao\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/PHOTO-2021-03-18-11-45-05-1024x714.jpg\" alt=\"\" width=\"780\" height=\"544\" srcset=\"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/PHOTO-2021-03-18-11-45-05-1024x714.jpg 1024w, https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/PHOTO-2021-03-18-11-45-05-300x209.jpg 300w, https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/PHOTO-2021-03-18-11-45-05-768x536.jpg 768w, https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/PHOTO-2021-03-18-11-45-05.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 780px) 100vw, 780px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-18670\" class=\"wp-caption-text\">O esmalte foi testado em cer\u00e2micas simulando um processo industrial. Foto: Raul Revelo\/Arquivo pessoal<\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ainda \u00e9 preciso mais recursos financeiros para o desenvolvimento de inova\u00e7\u00f5es nesta \u00e1rea. Para o pesquisador Raul Revelo, coautor do trabalho na USP durante sua p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o, mais do que investimento nesse tipo de opera\u00e7\u00e3o, \u00e9 preciso mudar o pensamento de toda a sociedade. \u201cN\u00e3o \u00e9 sustent\u00e1vel comprar, usar e descartar, agravando ainda mais a polui\u00e7\u00e3o do meio ambiente. Muitos res\u00edduos podem ser reaproveitados como mat\u00e9ria-prima para diferentes processos produtivos\u201d, lembra. O cientista acredita que, devido \u00e0 crise ambiental global, a demanda por produtos sustent\u00e1veis ser\u00e1 cada vez maior. Hoje em dia, ele \u00e9 s\u00f3cio-propriet\u00e1rio da GAIA Green Tech, startup sediada em S\u00e3o Carlos que oferece gest\u00e3o inteligente e solu\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas na log\u00edstica para reciclar res\u00edduos eletr\u00f4nicos. \u201cQueremos promover a economia circular e incentivar o descarte respons\u00e1vel de equipamentos eletroeletr\u00f4nicos\u201d, conclui.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A pesquisa foi realizada em colabora\u00e7\u00e3o com a Superintend\u00eancia de Gest\u00e3o Ambiental da USP (SGA), do Recicl@tesc, do Centro de Pesquisa, Educa\u00e7\u00e3o e Inova\u00e7\u00e3o em Vidros (CeRTEV) e contou com financiamento da Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado de S\u00e3o Paulo (FAPESP) e da Coordena\u00e7\u00e3o de Aperfei\u00e7oamento de Pessoal de N\u00edvel Superior (CAPES). O novo esmalte pode ser vendido tanto para produtores de frita como para fabricantes de esmalte. O Brasil \u00e9 um dos maiores produtores e consumidores de revestimentos cer\u00e2micos no mundo. S\u00f3 de fritas s\u00e3o usadas mais de 500 mil toneladas por ano.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">Por Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o da EESC\/USP<\/span><\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Contato para esta pauta<br \/>\n<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o da EESC\/USP<br \/>\n<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">E-mail: <\/span><a href=\"mailto:eesc.jornalista@usp.br\"><span style=\"font-weight: 400;\">eesc.jornalista@usp.br<\/span><\/a><br \/>\n<span style=\"font-weight: 400;\">Telefone: (16) 9 9727-2257 &#8211; Whatsapp exclusivo para atendimento \u00e0 imprensa\u00a0<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Trabalho realizado na EESC deu novo destino a equipamentos eletr\u00f4nicos cujo descarte irregular pode prejudicar o meio ambiente.\u00a0<\/p>\n","protected":false},"author":11,"featured_media":18751,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false,"footnotes":""},"categories":[55,37,163],"tags":[],"class_list":["post-18665","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-divulgacao-imprensa","category-noticias","category-pesquisa","entry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/18665","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/11"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=18665"}],"version-history":[{"count":9,"href":"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/18665\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":18718,"href":"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/18665\/revisions\/18718"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/18751"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=18665"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=18665"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=18665"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}