{"id":35105,"date":"2023-07-18T08:58:11","date_gmt":"2023-07-18T11:58:11","guid":{"rendered":"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/?p=35105"},"modified":"2023-07-19T08:53:17","modified_gmt":"2023-07-19T11:53:17","slug":"premio-projeto-de-desenvolvimento-de-veiculo-hibrido-flex-destaca-se-pela-quantidade-de-parcerias-com-instituicoes-de-pesquisa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/?p=35105","title":{"rendered":"Pr\u00eamio: Projeto de desenvolvimento de ve\u00edculo h\u00edbrido-flex destaca-se pela quantidade de parcerias com institui\u00e7\u00f5es de pesquisa"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-35122 size-large\" src=\"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/Vilma-21-1024x768.jpg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"563\" srcset=\"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/Vilma-21-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/Vilma-21-300x225.jpg 300w, https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/Vilma-21-768x576.jpg 768w, https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/Vilma-21-1536x1152.jpg 1536w, https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/Vilma-21-1568x1176.jpg 1568w, https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/Vilma-21.jpg 1600w\" sizes=\"auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/p>\n<p>Em 22 de junho, o projeto \u201cDesenvolvimento de ve\u00edculo h\u00edbrido-flex VHF-Urbano\u201d da Universidade de S\u00e3o Paulo \u2013 Campus S\u00e3o Carlos, recebeu o pr\u00eamio de iniciativa com maior n\u00famero de parcerias com Institutos de Ci\u00eancia e Tecnologia (ICT\u2019s) no \u00e2mbito da Linha V \u2013 Biocombust\u00edveis, Seguran\u00e7a Veicular e Propuls\u00e3o Alternativa \u00e0 Combust\u00e3o do programa Rota 2030, coordenada pela Fundep. O reconhecimento foi concedido durante o Encontro Nacional das Coordenadoras do Programa Rota 2030 (ENACOOP 2030), realizado pelo Senai em S\u00e3o Caetano do Sul (SP), com apoio da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA).<\/p>\n<p>S\u00e3o\u00a0oito ICTs envolvidas no projeto, sendo elas: Instituto Brasileiro de Eletr\u00f4nica de Pot\u00eancia e Energias Renov\u00e1veis (IBEPE), Instituto de Pesquisas Tecnol\u00f3gicas (IPT), Universidade Federal do ABC (UFABC), Universidade de Bras\u00edlia (UnB), Instituto de Estudos Avan\u00e7ados da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP-IEA), Escola Polit\u00e9cnica da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP-POLI), Escola de Engenharia de S\u00e3o Carlos\u202f(EESC-USP) e Universidade Tecnol\u00f3gica Federal do Paran\u00e1 \u2013 Campus Ponta Grossa (UTFPR-PG).\u00a0<\/p>\n<p>A Linha V direciona esfor\u00e7os para um dos grandes desafios da ind\u00fastria automotiva brasileira: atender a demanda por tecnologias veiculares que entreguem maior efici\u00eancia energ\u00e9tica, utilizem fontes de energia renov\u00e1veis e sejam menos poluentes.\u00a0E o projeto\u00a0VHF-Urbano foi criado para essa finalidade.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-35121 alignleft\" src=\"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/WhatsApp-Image-2023-06-26-at-15.01.00-300x2251-1.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" \/>De acordo com a coordenadora geral do projeto,\u00a0professora\u00a0Vilma Alves de Oliveira, da Escola de Engenharia de S\u00e3o Carlos da Universidade de S\u00e3o Paulo (EESC-USP), o foco \u00e9 a constru\u00e7\u00e3o de um ve\u00edculo com alta efici\u00eancia energ\u00e9tica e baixo custo, de acordo com as especifica\u00e7\u00f5es estabelecidas para o sistema de propuls\u00e3o com topologia s\u00e9rie, contendo um chassi especialmente projetado visando garantir a prote\u00e7\u00e3o dos ocupantes nos casos de impacto frontal. Tamb\u00e9m \u00e9 esperado fomentar PD&amp;I na \u00e1rea de ve\u00edculos h\u00edbridos-flex nas ICTs participantes em n\u00edvel de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cO projeto representa\u00a0a consolida\u00e7\u00e3o de importantes parcerias e a troca de experi\u00eancias entre os envolvidos. Essa sinergia fortalece a engenharia nacional no setor automotivo, fomentando inova\u00e7\u00f5es em \u00e1reas importantes, como projeto e controle de conversores de pot\u00eancia, modelagem da din\u00e2mica veicular e trem de for\u00e7a para desenvolver novas propostas de controle mais eficientes e seguras para o ve\u00edculo, gerenciamento de energia, acionamento e constru\u00e7\u00e3o de m\u00e1quinas el\u00e9tricas\u201d, afirma a coordenadora. Para ela, a premia\u00e7\u00e3o recebida na ENACOOP \u201c\u00e9 um est\u00edmulo e tamb\u00e9m\u202fum reconhecimento da import\u00e2ncia de projetos multidisciplinares e estruturantes.\u201d\u00a0<\/p>\n<p>H\u00e1 etapas importantes para que o ve\u00edculo criado alcance a efici\u00eancia proposta. A professora Vilma esclarece que j\u00e1 est\u00e3o consolidadas as fases de constru\u00e7\u00e3o\u00a0e montagem do pack de baterias com sistema de gerenciamento\u202fe o projeto\u202fdo conversor CC-CC para os subsistemas de tra\u00e7\u00e3o e de gera\u00e7\u00e3o de energia. O projeto teve in\u00edcio em 2021, a partir da\u00a0Chamada P\u00fablica de PD&amp;I 01\/2021, e tem previs\u00e3o para t\u00e9rmino em 2024.\u00a0<\/p>\n<p><strong>Equipe multidisciplinar<\/strong><\/p>\n<p>A complexidade de tecnologias envolvidas na constru\u00e7\u00e3o do ve\u00edculo demandou o estabelecimento de diversos eixos de trabalho. De acordo com a coordenadora geral do projeto, professora Vilma Alves de Oliveira, da EESC-USP \u201cComo o projeto tem car\u00e1ter multidisciplinar, envolvemos uma equipe executora que re\u00fane um conjunto de compet\u00eancias e experi\u00eancias\u202fnas \u00e1reas de din\u00e2mica e estrutura veicular, controle e automa\u00e7\u00e3o, m\u00e1quinas el\u00e9tricas e eletr\u00f4nica de pot\u00eancia\u201d.<\/p>\n<p>A analista de projetos da Fundep,\u00a0Ana Lu\u00edsa Lage,\u00a0ressalta a relev\u00e2ncia das parcerias para se alcan\u00e7ar o n\u00edvel de inova\u00e7\u00e3o necess\u00e1rio \u00e0 \u00e1rea de PD&amp;I. \u201cA academia tem experi\u00eancia em pesquisa, as empresas t\u00eam experi\u00eancia em mercado. A partir desta soma, n\u00f3s conseguimos projetos de pesquisa com maior possibilidade de atender \u00e0s demandas reais. O Brasil carece de intera\u00e7\u00f5es como essa, em todas as \u00e1reas e entendemos que o Rota 2030, de uma forma geral, tem suprido essa necessidade para o setor automotivo\u201d, diz.\u202f\u00a0<\/p>\n<p>Al\u00e9m das oito ICTs, o projeto conta com a colabora\u00e7\u00e3o de quatro institui\u00e7\u00f5es de apoio e oito empresas, totalizando 20 parceiros, atuando em conjunto para a constru\u00e7\u00e3o de um ve\u00edculo urbano h\u00edbrido-flex leve. A\u00a0ETAS\u00a0(Empowering Tomorrow\u2019s Automotive Software), empresa do Grupo Bosch respons\u00e1vel pelo desenvolvimento de servi\u00e7os, solu\u00e7\u00f5es e produtos que impulsionam o desenvolvimento da mobilidade, \u00e9 uma das parceiras. O respons\u00e1vel pela \u00e1rea de Ciberseguran\u00e7a,\u00a0Andre\u202fPelisser, explica que a empresa colaborou com a iniciativa disponibilizando solu\u00e7\u00f5es de hardware e software utilizadas globalmente, al\u00e9m de disponibilizar ferramentas para a cria\u00e7\u00e3o de arquitetura e configura\u00e7\u00e3o de sistemas embarcados, desenvolvimento de componentes de software, testes em ambiente virtual e medi\u00e7\u00e3o, calibra\u00e7\u00e3o e valida\u00e7\u00e3o em laborat\u00f3rio e ve\u00edculo.\u00a0\u00a0<\/p>\n<p>A equipe t\u00e9cnica especializada tamb\u00e9m tem ministrado treinamentos aos integrantes do projeto. \u201cEstamos em constante contato para fornecer apoio e suporte t\u00e9cnico cont\u00ednuo no decorrer das atividades. Acreditamos que a colabora\u00e7\u00e3o fomenta, no Brasil, o uso de tecnologias e t\u00e9cnicas de desenvolvimento que s\u00e3o o estado da arte e, a um s\u00f3 tempo, incentiva discuss\u00f5es pertinentes para o contexto de nossa mobilidade urbana\u201d, avalia Pelisser.<\/p>\n<p>Outra parceira do projeto, a\u00a0Semikron-Danfoss\u00a0\u00e9 l\u00edder global em tecnologia em eletr\u00f4nica de pot\u00eancia e possui um vasto conhecimento e experi\u00eancia na \u00e1rea de\u202fpowertrains\u202fde ve\u00edculos el\u00e9tricos. Para se ter uma ideia, no final da d\u00e9cada de 1990, a Semikron j\u00e1 produzia inversores para os primeiros ve\u00edculos el\u00e9tricos h\u00edbridos. A empresa tem fornecido prot\u00f3tipos conceituais dos\u00a0stacks\u00a0de pot\u00eancia necess\u00e1rios para o projeto, constitu\u00eddos de m\u00f3dulos de IGBTs de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o, sistema de arrefecimento t\u00e9rmico, componentes passivos,\u00a0gate drives, sensores e outros componentes fundamentais associados, al\u00e9m de um excelente layout mec\u00e2nico para o projeto.\u00a0\u00a0<\/p>\n<p>Conforme explica o gerente de Desenvolvimento de Produtos (stacks), Fernando Romano, solu\u00e7\u00f5es como estas colaboram para utiliza\u00e7\u00e3o da energia de forma mais eficiente e sustent\u00e1vel, reduzindo significativamente as emiss\u00f5es gerais de CO2. \u201cO programa tem sido fundamental para estabelecer essas parcerias. Precisamos aproveitar a vasta infraestrutura de P&amp;D que o Brasil possui para alavancar o desenvolvimento de novas tecnologias com vistas na sua industrializa\u00e7\u00e3o\u201d, destaca.<\/p>\n<p><strong>Demanda nacional<\/strong><\/p>\n<p>Um dos destaques do projeto, segundo Ana Lu\u00edsa Lage, \u00e9 a utiliza\u00e7\u00e3o do etanol como combust\u00edvel, uma fonte de energia menos poluente e mais compat\u00edvel com a oferta da matriz energ\u00e9tica brasileira. \u201cEm rela\u00e7\u00e3o \u00e0 competitividade, \u00e9 importante para o setor ter uma tecnologia 100% nacional para ve\u00edculos h\u00edbridos flex. Os modelos disponibilizados atualmente pelas montadoras empregam tecnologias importadas e muitos n\u00e3o s\u00e3o produzidos no Brasil. Um\u00a0powertrain\u00a0100% brasileiro poderia trazer mais autonomia tecnol\u00f3gica para as ind\u00fastrias nacionais\u201d, avalia.\u00a0\u00a0<\/p>\n<p>A analista da Fundep ressalta que o projeto VHF-Urbano tamb\u00e9m impacta outras iniciativas, como o projeto \u201cDesenvolvimento de bateria para empilhadeiras el\u00e9tricas com BMS otimizado integrado \u00e0 sistema de gest\u00e3o e telemetria\u201d.\u202fTodo o estudo de baterias do VHF-Urbano \u00e9 realizado por Cynthia Thamires da Silva, s\u00f3cia do startup Hion Tecnologia e pesquisadora de p\u00f3s-doutorado no projeto.\u202f\u201cEstamos formando uma intelig\u00eancia de mercado extremamente valiosa, que ir\u00e1 contribuir para aumentar a competitividade da ind\u00fastria automotiva\u201d, diz.<\/p>\n<p><strong>ENACOOP 2023<\/strong><\/p>\n<p>Durante a abertura do ENACOOP, a presidente de honra, Margarete Gandini, diretora do Departamento da Ind\u00fastria de Alta-M\u00e9dia Complexidade Tecnol\u00f3gica no Minist\u00e9rio de Desenvolvimento, Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio e Servi\u00e7os (MDIC), destacou a import\u00e2ncia de se incentivar a coopera\u00e7\u00e3o e a colabora\u00e7\u00e3o entre as equipes, al\u00e9m de observar o que j\u00e1 foi feito para buscar entender como fazer melhor. \u201cA ideia do Programa Rota 2030 foi constru\u00edda em parceria, por meio do debate, da troca de ideais e das diferen\u00e7as de pensamento. \u00c9 assim que se constroem solu\u00e7\u00f5es inovadoras. A mensagem que quero deixar \u00e9 para sempre buscarmos fazer a diferen\u00e7a, fazer mais, melhor e diferente. Neste momento de grandes transforma\u00e7\u00f5es na ind\u00fastria automotiva, n\u00e3o nos cabe mais pensar em fazer mais do mesmo. Temos o desafio do novo, mas, com equipes das institui\u00e7\u00f5es envolvidas bem engajadas vamos conseguir avan\u00e7ar.\u201d\u00a0\u00a0<\/p>\n<p>Uma grande preocupa\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pol\u00edtica automotiva, conforme explicou Margarete, est\u00e1 em entender qual papel a ind\u00fastria automotiva brasileira quer assumir. \u201cSe queremos ser desenvolvedores, precisamos atuar de forma hol\u00edstica, buscando solu\u00e7\u00f5es junto \u00e0 ind\u00fastria para a mobilidade urbana, investindo em pesquisa e conectando a cadeia de fornecedores\u201d. Para Ana Lu\u00edsa, a intera\u00e7\u00e3o de tantas empresas e ICTs na execu\u00e7\u00e3o do projeto VHF-Urbano mostra que o desenvolvimento de inova\u00e7\u00f5es \u00e9 relevante para o setor. \u201cPara chegarem ao mercado, as tecnologias necessitam de uma vasta cadeia de fornecedores, e o projeto trouxe isso para a execu\u00e7\u00e3o.\u201d\u00a0\u00a0<\/p>\n<p>O reconhecimento do projeto do VHF-Urbano, assim como de outros projetos no \u00e2mbito das Linhas IV, V e VI, todas coordenadas pela Fundep, gera grande impacto para toda a institui\u00e7\u00e3o. Do total de dez premia\u00e7\u00f5es, seis foram destinadas a projetos das Linhas IV e V. \u201cIsso mostra que estamos fazendo um bom trabalho na condu\u00e7\u00e3o das linhas e atendendo aos indicadores de impacto propostos pelo setor\u201d, destaca Ana Lu\u00edsa.\u202f\u00a0<\/p>\n<p>Para o coordenador t\u00e9cnico da Linha V do Rota 2030, e professor do Centro Universit\u00e1rio FEI, Ronaldo Gon\u00e7alves dos Santos, \u00e9 muito importante o reconhecimento dos projetos, seja pelo n\u00famero de participa\u00e7\u00f5es, seja pelo aporte de recursos ou pelas publica\u00e7\u00f5es que propiciam. \u201c\u00c9 a comprova\u00e7\u00e3o de que estamos caminhando no rumo certo e obtendo realiza\u00e7\u00f5es positivas. \u00c0 medida que temos publica\u00e7\u00f5es cient\u00edficas reconhecidas e com viabilidade t\u00e9cnica comprovada, ampliamos a contribui\u00e7\u00e3o e o potencial de mercado dos nossos projetos\u201d, declarou.<\/p>\n<p><strong>Sobre a linha V do Rota 2030\u202f<\/strong><\/p>\n<p>A Linha V \u2013 Biocombust\u00edveis, Seguran\u00e7a Veicular e Propuls\u00e3o Alternativa \u00e0 Combust\u00e3o tem como diretriz a eletrifica\u00e7\u00e3o do powertrain veicular para a alta efici\u00eancia energ\u00e9tica, a utiliza\u00e7\u00e3o de biocombust\u00edveis para a gera\u00e7\u00e3o de energia e a adequa\u00e7\u00e3o do contexto brasileiro de infraestrutura de abastecimento.\u202f\u00a0<\/p>\n<p>\u202fA partir da alian\u00e7a entre os principais atores que representam o conhecimento do setor (empresas, entidades representativas e Institui\u00e7\u00f5es de Ci\u00eancia e Tecnologia \u2013 ICTs), ser\u00e3o habilitadas as compet\u00eancias necess\u00e1rias para capacitar a cadeia automotiva.\u202f\u00a0<\/p>\n<p>\u202fA Fundep \u00e9 a coordenadora da Linha V. A Coordena\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica \u00e9 da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), do Centro Universit\u00e1rio da Funda\u00e7\u00e3o Educacional Inaciana (FEI) e da Universidade Estadual do Cear\u00e1 (UECE).\u202f<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Texto adaptado da Fundep<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No total, s\u00e3o oito ICTs envolvidos nesse projeto, coordenado pela professora Vilma Alves de Oliveira, da EESC-USP.<\/p>\n","protected":false},"author":9,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false,"footnotes":""},"categories":[111,37,201],"tags":[],"class_list":["post-35105","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-comunicados-alunos","category-noticias","category-destaque-box","entry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/35105","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/9"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=35105"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/35105\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":35127,"href":"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/35105\/revisions\/35127"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=35105"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=35105"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=35105"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}