{"id":58710,"date":"2026-06-23T13:36:52","date_gmt":"2026-06-23T16:36:52","guid":{"rendered":"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/?p=58710"},"modified":"2026-07-15T13:11:38","modified_gmt":"2026-07-15T16:11:38","slug":"sensor-composto-de-nanomateriais-detecta-vitamina-c-de-alimentos-em-segundos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/?p=58710","title":{"rendered":"Sensor composto de nanomateriais detecta vitamina C de alimentos em segundos"},"content":{"rendered":"<div class=\"conteudo-noticia\">\n<div class=\"embp-news-detailed\">\n<div class=\"embp-news-detailed-source-photo\">\n<figure style=\"width: 900px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" style=\"font-weight: bold; color: currentcolor; font-size: 16px; text-align: center;\" src=\"https:\/\/www.embrapa.br\/documents\/10180\/106428292\/260623_SensorVitaminaC_Gabriel_Morais_capa.jpg\/624d15f9-609c-2521-1353-cbc2bb34de54?t=1782008026666\" alt=\"\" width=\"900\" height=\"642\" data-fileentryid=\"145264396\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Baseado em uma nanoestrutura que imita a a\u00e7\u00e3o de enzimas naturais, conhecida como nanoenzima, o sistema desenvolvido para o sensor dispensa equipamentos laboratoriais sofisticados &#8211; Foto Gabriel Morais<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<div>\n<p>\u00bb Pesquisadores combinaram nanofibras com MXenes, composto inorg\u00e2nico promissor na nanotecnologia e na \u00e1rea da ci\u00eancia dos materiais.<br \/>\n\u00bb Criaram um sensor colorim\u00e9trico testado em sucos de laranja natural, industrializado e em p\u00f3.<br \/>\n\u00bb A tecnologia detectou a presen\u00e7a da vitamina C de forma precisa, em menos de um minuto.<br \/>\n\u00bb Subst\u00e2ncias comuns em alimentos \u2014 como a\u00e7\u00facar, sais e outros compostos org\u00e2nicos \u2014 n\u00e3o interferiram na medi\u00e7\u00e3o, o que demonstrou a alta seletividade da tecnologia.<br \/>\n\u00bb A inova\u00e7\u00e3o viabiliza o desenvolvimento de novos sensores qu\u00edmicos e biol\u00f3gicos, com aplica\u00e7\u00f5es que v\u00e3o da seguran\u00e7a alimentar ao monitoramento ambiental.<br \/>\n\u00bb \u00c9 uma alternativa a m\u00e9todos tradicionais, mais complexos.<\/p>\n<p>Especialistas em nanotecnologia do Brasil e dos Estados Unidos desenvolveram um sensor que detecta, em menos de 1 minuto, a presen\u00e7a da vitamina C (\u00e1cido asc\u00f3rbico &#8211; AA), em alimentos. O dispositivo \u00e9 feito de uma combina\u00e7\u00e3o in\u00e9dita de nanofibras, produzidas com \u00f3xidos de zinco e de cobalto, com MXenes, uma categoria de materiais bidimensionais (2D) ultrafinos compostos por poucas camadas at\u00f4micas (leia mais sobre eles no quadro abaixo).<\/p>\n<p>O sensor colorim\u00e9trico \u2014 uma ferramenta anal\u00edtica para detectar a presen\u00e7a ou a concentra\u00e7\u00e3o de uma subst\u00e2ncia por meio de uma mudan\u00e7a de cor \u2014 \u00e9 um l\u00edquido formado pelo pr\u00f3prio material desenvolvido pelos pesquisadores. Trata-se de um nanocomp\u00f3sito constitu\u00eddo por nanofibras de \u00f3xido de zinco e de cobalto combinadas com MXene. Esse material desencadeia uma rea\u00e7\u00e3o qu\u00edmica ao entrar em contato com a tetrametilbenzidina (TMB), um composto utilizado para gerar uma resposta visual por mudan\u00e7a de cor. Em seu estado puro, o TMB \u00e9 incolor, mas se torna azul com a jun\u00e7\u00e3o do nanocomp\u00f3sito. Na presen\u00e7a de vitamina C, a colora\u00e7\u00e3o azul perde intensidade e pode at\u00e9 desaparecer, de acordo com a quantidade de \u00e1cido asc\u00f3rbico contida no alimento analisado.<\/p>\n<p>O <a href=\"https:\/\/www.alice.cnptia.embrapa.br\/alice\/bitstream\/doc\/1176598\/1\/P-ZnOCo3O4-Nanofibers-MXene-Composite-with-Peroxidase-Like.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">estudo<\/a> foi realizado pela\u00a0 <a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/instrumentacao\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Embrapa Instrumenta\u00e7\u00e3o<\/a> (SP), em parceria com o Departamento de Qu\u00edmica da Universidade Federal de S\u00e3o Carlos (<a href=\"https:\/\/www.ufscar.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">UFSCar<\/a>), o Instituto de Qu\u00edmica da Universidade Federal da Bahia (<a href=\"https:\/\/ufba.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">UFBA<\/a>) e o Instituto de Nanomateriais AJ Drexel (DNI) da <a href=\"https:\/\/drexel.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Universidade Drexel<\/a>, na Filad\u00e9lfia (EUA).<\/p>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"15\" cellpadding=\"15\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<h3><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.embrapa.br\/documents\/d\/portal\/260623_sensorvitaminac_gabriel_morais_amostras-de-sucos-para-validar-o-sensor\" alt=\"\" \/>\u00a0<\/h3>\n<h3><span style=\"font-size: 20px;\"><strong>Versatilidade dos MXenes<\/strong><\/span><\/h3>\n<p>Os MXenes s\u00e3o apontados como um avan\u00e7o compar\u00e1vel ao do grafeno no campo da ci\u00eancia dos materiais e considerados promissores para diversos usos. Descobertos em 2011 pelos grupos de pesquisa dos professores Yury Gogotsi e Michel Barsoum, da <a href=\"https:\/\/drexel.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Universidade Drexel<\/a> , esses materiais bidimensionais (2D) ultrafinos, compostos por poucas camadas at\u00f4micas, t\u00eam atra\u00eddo a aten\u00e7\u00e3o de cientistas mundialmente.<\/p>\n<p>Um dos motivos \u00e9 a possibilidade de utiliza\u00e7\u00e3o dos MXenes em diferentes aplica\u00e7\u00f5es devido a suas propriedades distintas, como alta condutividade el\u00e9trica, grande\u00a0 \u00e1rea superficial, resist\u00eancia mec\u00e2nica e estabilidade qu\u00edmica, al\u00e9m de serem facilmente dispersos em \u00e1gua.<\/p>\n<p>De acordo com o relat\u00f3rio da <a href=\"https:\/\/www.marketreportsworld.com\/pt\/market-reports\/mxene-material-market-14714533\">Market Report World<\/a>, o mercado de materiais baseados em MXenes foi avaliado em aproximadamente US$ 25,41 milh\u00f5es em 2025 e atingir\u00e1 US$ 228,82 milh\u00f5es at\u00e9 2034, com taxa de crescimento de 24,58% de 2025 a 2034. Seu uso \u00e9 amplo e tem sido empregado nas \u00e1reas m\u00e9dica, ambiental, agr\u00edcola e de armazenamento de energia. No entanto, sua aplica\u00e7\u00e3o como nanoenzimas, a exemplo do sensor, permanece pouco explorada na literatura cient\u00edfica.<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<h3><strong><span style=\"font-size: 20px;\">Caminho para novos sensores<\/span><\/strong><\/h3>\n<p>Baseado em uma nanoestrutura que imita a a\u00e7\u00e3o de enzimas naturais, conhecida como nanoenzima, o sistema desenvolvido para o sensor dispensa equipamentos laboratoriais sofisticados e permite an\u00e1lises precisas do nutriente em alimentos. M\u00e9todos como cromatografia, eletroforese e t\u00e9cnicas eletroqu\u00edmicas s\u00e3o sens\u00edveis, por\u00e9m exigem equipamentos complexos e m\u00e3o de obra especializada.<\/p>\n<p>A expectativa dos cientistas para a solu\u00e7\u00e3o que muda de cor diante dos olhos \u00e9 avan\u00e7ar nas etapas de miniaturiza\u00e7\u00e3o do sistema e no desenvolvimento de dispositivos port\u00e1teis de f\u00e1cil uso e baixo custo.<\/p>\n<h3><strong><span style=\"font-size: 20px;\">Do laborat\u00f3rio para o copo<\/span><\/strong><\/h3>\n<p>O sensor \u00e9 baseado em um material comp\u00f3sito que apresenta capacidade de mimetizar enzimas naturais e foi obtido pela combina\u00e7\u00e3o de compostos inorg\u00e2nicos bidimensionais ainda pouco explorados, os MXenes, com nanofibras eletrofiadas de \u00f3xido de zinco e \u00f3xido de cobalto. A eletrofia\u00e7\u00e3o \u00e9 uma t\u00e9cnica vers\u00e1til, que utiliza campos el\u00e9tricos elevados &#8211; da ordem de alguns quilovolts &#8211; para obten\u00e7\u00e3o de fibras de dimens\u00f5es nanom\u00e9tricas.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.embrapa.br\/documents\/d\/portal\/260623_sensorvitaminac_pesq-daniel-souza-correa\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p>O pesquisador da Embrapa Instrumenta\u00e7\u00e3o, <a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/equipe\/-\/empregado\/349089\/daniel-souza-correa\">Daniel Souza Correa<\/a>\u00a0(<strong>foto acima<\/strong>), que coordenou o estudo junto com o professor Yury Gogotsi, diz que, na pr\u00e1tica, o material desenvolvido faz com que o TMB, composto utilizado na an\u00e1lise, adquira uma colora\u00e7\u00e3o azul. Quando h\u00e1 vitamina C na amostra, essa cor vai desaparecendo gradualmente, o que permite determinar a concentra\u00e7\u00e3o do nutriente.<\/p>\n<p>\u201cQuanto maior a concentra\u00e7\u00e3o do \u00e1cido asc\u00f3rbico, mais intensa e mais r\u00e1pida \u00e9 a mudan\u00e7a, ocasionando o desbotamento da cor azul. Os testes podem ser realizados em amostras de apenas 2 mL e demandam menos do que 0,5 mg do material desenvolvido. Isso reduz custos de an\u00e1lise e elimina a necessidade de equipamentos sofisticados, comuns em an\u00e1lises laboratoriais tradicionais\u201d, explica o pesquisador.<\/p>\n<p>Para comprovar a efici\u00eancia do sensor, os pesquisadores testaram a tecnologia em diferentes tipos de suco de laranja &#8211; natural, industrializado e suco em p\u00f3. As medi\u00e7\u00f5es foram realizadas em triplicata. O sensor conseguiu medir a quantidade de vitamina C existente nas amostras com \u00edndices pr\u00f3ximos de 100%, prova da precis\u00e3o do m\u00e9todo em condi\u00e7\u00f5es reais.<\/p>\n<p>\u201cO m\u00e9todo ainda demonstrou alta seletividade. Subst\u00e2ncias comuns encontradas em alimentos \u2014 como a\u00e7\u00facar, sais e outros compostos org\u00e2nicos \u2014 n\u00e3o interferiram significativamente na medi\u00e7\u00e3o. Isso \u00e9 fundamental para aplica\u00e7\u00f5es reais, onde as amostras s\u00e3o complexas e cont\u00eam componentes variados\u201d, esclarece a professora da UFBA Luiza Amim Mercante.<\/p>\n<p><picture data-fileentryid=\"145264426\"><source srcset=\"\/o\/adaptive-media\/image\/145264426\/Thumbnail-128x128\/260623_SensorVitaminaC_Soluc%CC%A7a%CC%83o+contendo+o+sensor+ine%CC%81dito+desenvolvido%2C+responsa%CC%81vel+por+desencadear+a+cor+azul.jpg?t=1782008134288\" media=\"(max-width:128px)\" \/><source srcset=\"\/o\/adaptive-media\/image\/145264426\/Preview-1000x0\/260623_SensorVitaminaC_Soluc%CC%A7a%CC%83o+contendo+o+sensor+ine%CC%81dito+desenvolvido%2C+responsa%CC%81vel+por+desencadear+a+cor+azul.jpg?t=1782008134288\" media=\"(max-width:900px) and (min-width:128px)\" \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.embrapa.br\/documents\/d\/portal\/260623_sensorvitaminac_solucao-contendo-o-sensor-inedito-desenvolvido-responsavel-por-desencadear-a-cor-azul\" alt=\"\" data-fileentryid=\"145264426\" \/><\/picture><\/p>\n<h3><span style=\"font-size: 20px;\"><strong>M\u00e9todo facilita detec\u00e7\u00e3o de vitamina C<\/strong><\/span><\/h3>\n<p>A vitamina C \u00e9 considerada um nutriente essencial no organismo, com propriedades antioxidantes e papel fundamental em processos fisiol\u00f3gicos, como s\u00edntese de col\u00e1geno e absor\u00e7\u00e3o de ferro. Sua defici\u00eancia est\u00e1 associada a problemas de sa\u00fade, como escorbuto e dist\u00farbios mentais.<\/p>\n<p>Para garantir n\u00edveis adequados em alimentos, \u00e9 necess\u00e1rio medir sua concentra\u00e7\u00e3o de forma r\u00e1pida e precisa. Por isso, o desenvolvimento de m\u00e9todos confi\u00e1veis de monitoramento \u00e9 estrat\u00e9gico tanto para a ind\u00fastria quanto para a sa\u00fade p\u00fablica.<\/p>\n<p>A detec\u00e7\u00e3o colorim\u00e9trica surge como alternativa mais simples e acess\u00edvel. Nesse m\u00e9todo, nanoenzimas desencadeiam rea\u00e7\u00f5es que geram mudan\u00e7a de cor, permitindo quantificar indiretamente subst\u00e2ncias como a vitamina C, de maneira r\u00e1pida e visual\u201d, diz Correa.<\/p>\n<p>O pesquisador explica que, devido \u00e0 alta efici\u00eancia para promover rea\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas, \u00e0 estabilidade e ao baixo custo, as nanoenzimas t\u00eam sido empregadas com sucesso no desenvolvimento de sensores colorim\u00e9tricos. \u201cO desempenho das nanoenzimas \u00e9 intrinsecamente influenciado pelos nanomateriais que as constituem\u201d, diz ele.<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 20px;\"><strong>Tecnologia com m\u00faltiplas aplica\u00e7\u00f5es<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Para Murilo Henrique Moreira Facure (<strong>foto abaixo)<\/strong>, que desenvolveu o estudo durante seu doutorado realizado no Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Qu\u00edmica (PPGQ) da UFSCar e no Laborat\u00f3rio Nacional de Nanotecnologia para o Agroneg\u00f3cio (LNNA), sediado na Embrapa Instrumenta\u00e7\u00e3o, o trabalho representa tamb\u00e9m um desdobramento de sua experi\u00eancia no grupo do professor Gogotsi, com o qual Facure realizou est\u00e1gio sandu\u00edche de um ano durante seu doutorado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.embrapa.br\/documents\/d\/portal\/260623_sensorvitamoinac_alefe_folha002_prof-murilo-facure-sensor_vitamina_c_jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p>Desenvolvido ap\u00f3s seu retorno ao Brasil, a pesquisa teve como foco inicial a an\u00e1lise de alimentos, mas o potencial da tecnologia vai al\u00e9m. \u201cO sensor pode ser adaptado para monitorar vitamina C em fluidos biol\u00f3gicos, contribuindo para diagn\u00f3sticos m\u00e9dicos e acompanhamento nutricional\u201d, afirma Facure.<\/p>\n<p>Segundo ele, o trabalho tamb\u00e9m representa um avan\u00e7o cient\u00edfico importante no desenvolvimento de nanoenzimas, considerando que a combina\u00e7\u00e3o entre diferentes materiais \u2014 neste caso, nanofibras e MXene \u2014 gerou um efeito sin\u00e9rgico, aumentando significativamente a efici\u00eancia da rea\u00e7\u00e3o, de forma r\u00e1pida e f\u00e1cil. \u201cEsse tipo de inova\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de ser uma alternativa para detectar o nutriente, abre caminho para novos sensores qu\u00edmicos e biol\u00f3gicos, com aplica\u00e7\u00f5es que v\u00e3o desde seguran\u00e7a alimentar at\u00e9 monitoramento ambiental\u201d, analisa.<\/p>\n<p>Ele explica que a jun\u00e7\u00e3o de nanofibras com o composto bidimensional resultou em uma estrutura altamente reativa, capaz de imitar o funcionamento de enzimas naturais com bom desempenho.<\/p>\n<p>Atualmente professor da Escola de Engenharia de S\u00e3o Carlos (EESC) da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), Facure \u00e9 o primeiro autor do artigo \u201c<a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/busca-de-publicacoes\/-\/publicacao\/1176598\/znoco3o4-nanofibersmxene-composite-with-peroxidase-like-activity-for-ascorbic-acid-detection\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">ZnO\u2212Co<sub>3<\/sub>O<sub>4<\/sub> Nanofibers\/MXene Composite with Peroxidase-Like Activity for Ascorbic Acid Detection<\/a>\u201d, publicado na revista ACS Applied Nano Materials, volume 8 de 2025.<\/p>\n<p>O estudo recebeu apoio financeiro da <a href=\"https:\/\/fapesp.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado de S\u00e3o Paulo<\/a> (Fapesp) e do <a href=\"https:\/\/www.gov.br\/mcti\/pt-br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia, <\/a><a href=\"https:\/\/www.gov.br\/mcti\/pt-br\">T<\/a><a href=\"https:\/\/www.gov.br\/mcti\/pt-br\">ecnologia e Inova\u00e7\u00e3o<\/a> (MCTI) via Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico (CNPq).<\/p>\n<\/div>\n<p><a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/busca-de-noticias\/-\/noticia\/145260452\/sensor-composto-de-nanomateriais-detecta-vitamina-c-de-alimentos-em-segundos\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><em>Embrapa Instrumenta\u00e7\u00e3o<\/em><\/a><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Murilo Facure, professor da EESC, \u00e9 o primeiro autor de artigo publicado na revista ACS Applied Nano Materials.<\/p>\n","protected":false},"author":9,"featured_media":58741,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false,"footnotes":""},"categories":[97,111,211,37],"tags":[],"class_list":["post-58710","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-editais-pesquisa","category-comunicados-alunos","category-eesc-comunidade","category-noticias","entry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/58710","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/9"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=58710"}],"version-history":[{"count":8,"href":"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/58710\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":59029,"href":"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/58710\/revisions\/59029"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/58741"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=58710"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=58710"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/eesc.usp.br\/comunicacao-admin\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=58710"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}